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Correio da Manhã

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Agricultura moderna

Até 1994, quando o enólogo Jaime Quendera começou a trabalhar na Adega de Pegões, a empresa produzia e comercializava mais vinhos a granel do que engarrafados. A partir daí passou a apostar, de forma continuada, na produção de vinhos de qualidade, sem nunca descurar o cliente
12 de Outubro de 2020 às 10:52
Situada entre duas reservas naturais, a do estuário do Tejo, a noroeste, e a do Sado, a sudoeste, a região de Pegões apresenta condições de vegetação privilegiadas para a vinha
No armazém de barricas da adega, estagiam alguns milhões de litros de vinho antes de serem engarrafados
Ao longo do tempo de estágio vão sendo retiradas amostras para avaliar a evolução dos vinhos até à decisão de engarrafamento
Jaime Quendera, enólogo e diretor-geral da Adega de Pegões
Situada entre duas reservas naturais, a do estuário do Tejo, a noroeste, e a do Sado, a sudoeste, a região de Pegões apresenta condições de vegetação privilegiadas para a vinha
No armazém de barricas da adega, estagiam alguns milhões de litros de vinho antes de serem engarrafados
Ao longo do tempo de estágio vão sendo retiradas amostras para avaliar a evolução dos vinhos até à decisão de engarrafamento
Jaime Quendera, enólogo e diretor-geral da Adega de Pegões
Situada entre duas reservas naturais, a do estuário do Tejo, a noroeste, e a do Sado, a sudoeste, a região de Pegões apresenta condições de vegetação privilegiadas para a vinha
No armazém de barricas da adega, estagiam alguns milhões de litros de vinho antes de serem engarrafados
Ao longo do tempo de estágio vão sendo retiradas amostras para avaliar a evolução dos vinhos até à decisão de engarrafamento
Jaime Quendera, enólogo e diretor-geral da Adega de Pegões

É a pensar no cliente que a Adega de Pegões comercializa produtos sérios, a bom preço. Esta é a regra de ouro que defende Jaime Quendera. É por isso que a Adega de Pegões está constantemente a pôr os seus vinhos à prova em concursos nacionais e internacionais. Os prémios que tem conquistado ao longo dos anos demonstram a qualidade do trabalho que está a ser feito.

Basta lembrar que, em 2017, a Adega de Pegões foi a quinta melhor empresa portuguesa no ranking da organização mundial dos críticos e jornalistas especializados, a World Association of Writers and Journalists of Wines and Spirits. Esta lista engloba os 100 melhores produtores mundiais, com base nos resultados obtidos pelos vinhos das empresas em 80 dos 490 concursos internacionais realizados em todo o mundo durante o ano, aqueles em que participaram mais de cinco países. Para o estabelecimento deste ranking, foram avaliados mais de 680 mil vinhos.

É a agricultura moderna que garante o futuro. Por isso, a Adega de Pegões tem o seu garantido, até porque parte da equipa é composta por jovens com formação, tal como uma parcela dos seus cooperantes. "Temos, atualmente, 90 sócios, que usam clones selecionados, e vinhas plantadas em extensão, que são mecanizadas e estão em plena produção", explica Jaime Quendera.

Uma das grandes vantagens da Adega de Pegões, perante a concorrência, é o baixo custo de produção de um quilo de uva para vinho, numa região onde a água está disponível em permanência, as vinhas são mecanizadas e estão plantadas em terrenos planos. Segundo Jaime Quendera, é essencial produzir os melhores vinhos, sempre a preços competitivos. Só assim esta empresa consegue concorrer, no mercado global, com os produtores da Argentina, Austrália, Chile, Califórnia, França, Espanha ou Itália. "E nós temos capacidade concorrencial, mantendo a qualidade dos vinhos que pomos no mercado", defende o diretor-geral da adega.

É verdade que isso significa que a empresa vende vinhos baratos. "Mas este tipo de gestão permite que comercialize também vinhos da gama média e de preços mais elevados", explica, acrescentando que foi dessa forma que conseguiu entrar nas Filipinas, hoje um dos principais mercados de exportação da Adega de Pegões. "Se não o tivesse feito, não tinha conseguido entrar com as outras marcas", defende Jaime Quendera, explicando que é desta forma que este tipo de negócios é feito. Para o futuro está a ser estudada a entrada em países do continente americano, como o México, Costa Rica, Peru e Colômbia. "São mercados com potencial de crescimento, que estamos a pensar explorar", diz ainda Jaime Quendera.