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Fado volta a ouvir-se nas ruas de Alfama

O maior festival de Fado do Mundo devolve a canção nacional às gentes de Lisboa, apoiando os artistas e as coletividades que durante a pandemia se viram privados dos seus rendimentos
23 de Setembro de 2021 às 10:46
No Largo do Chafariz de Dentro será montado um dos 12 palcos que integram o Santa Casa Alfama
Camané é um dos cabeças de cartaz
Paulo de Carvalho era um amigo de longa data de Carlos do Carmo
Ricardo Ribeiro vai fazer parte do espetáculo de homenagem
Carlos do Carmo morreu a 1 de janeiro de 2021
O Santa Casa Alfama é produzido por Luís Montez
No Largo do Chafariz de Dentro será montado um dos 12 palcos que integram o Santa Casa Alfama
Camané é um dos cabeças de cartaz
Paulo de Carvalho era um amigo de longa data de Carlos do Carmo
Ricardo Ribeiro vai fazer parte do espetáculo de homenagem
Carlos do Carmo morreu a 1 de janeiro de 2021
O Santa Casa Alfama é produzido por Luís Montez
No Largo do Chafariz de Dentro será montado um dos 12 palcos que integram o Santa Casa Alfama
Camané é um dos cabeças de cartaz
Paulo de Carvalho era um amigo de longa data de Carlos do Carmo
Ricardo Ribeiro vai fazer parte do espetáculo de homenagem
Carlos do Carmo morreu a 1 de janeiro de 2021
O Santa Casa Alfama é produzido por Luís Montez

É o maior festival de Fado do Mundo e realiza-se no coração de Lisboa. O Santa Casa Alfama está de regresso, agora num formato mais próximo do período anterior à pandemia, com dois dias de concertos, 40 fadistas e dezenas de músicos, um espetáculo de ‘videomapping’ e até um menu especial de petiscos.

Numa edição de homenagem a Carlos do Carmo, o cartaz conta com nomes como Camané, António Pinto Bastos, Ricardo Ribeiro, Ana Sofia Varela, Teresa Landeiro, Fábia Rebordão, Marta Pereira da Costa, entre muitos outros. Os concertos acontecem quase ao mesmo tempo em 12 palcos (ao ar livre e em interiores), locais com memórias históricas, monumentos ou igrejas. Uma verdadeira "dor de cabeça" que dá, afinal, um prazer enorme a Luís Montez, produtor do festival patrocinado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).

"O mais difícil em termos logísticos é ter vários espetáculos a realizarem-se quase ao mesmo tempo e ter os músicos a correr pelas ruas do bairro, com os instrumentos às costas, de um concerto para o outro, mas isso também contribui para que o evento seja especial", conta. Um vai-e-vem de gente do Fado que não se estranha em Alfama, bem pelo contrário.

É esse ambiente tipicamente boémio e alfacinha que se pretende oferecer neste evento urbano. Este ano, a festa do fado tem também um cariz social: "A Santa Casa fez questão de apoiar os jovens fadistas e aqueles que estiveram muito tempo sem trabalhar por causa do fecho das casas de fado, de apoiar as coletividades, através do aluguer dos seus espaços para a realização do festival, e apoiar toda esta comunidade que foi profundamente afetada pela pandemia", refere Luís Montez.

A SCML reforça assim o seu apoio à música nacional, acreditando que muitos dos valores defendidos pela instituição podem ser transmitidos através da música, num dos seus estilos mais acarinhados pelo público português.

Ao lançar o convite, a Santa Casa pretende também levar as boas causas até Alfama, através do apoio a pessoas de mobilidade reduzida nos dias de concerto, com a disponibilização de estruturas de acessibilidades.

Ao assumir-se como ‘naming sponsor’ deste Festival, a Santa Casa sensibilizou a comunidade para a importância da inclusão social, permitindo que todos, independentemente da sua condição física e idade, pudessem ter condições logísticas para assistir aos concertos e aos artistas que mais gostam no histórico bairro de Alfama.

Qualquer um dos visitantes, deve, porém, programar a sua noite: "Levem sapatos confortáveis (nada de saltos altos!), olhem para o programa e tracem o próprio roteiro, de modo a conseguirem assistir ao maior número possível de espetáculos, tendo em conta que vários acontecem praticamente em simultâneo", avisou Luís Montez.

Segurança garantida

Tendo em conta a legislação em vigor e no cumprimento rigoroso das orientações da Direção-Geral da Saúde dado o atual contexto da Covid-19, o Festival Santa Casa Alfama tomou as seguintes medidas: uso de máscara obrigatório, álcool disponível em todos os espaços e locais de atendimento, lotação adaptada, salas com lugares sentados e cumprindo as distâncias de segurança exigidas, entradas e saídas separadas sempre que possível, desinfeção de todos os recintos, salas e equipamentos de uso partilhado, presença de uma equipa de assistência médica permanente, sala de isolamento e uso do equipamento de proteção individual adequado por todo o staff.

É obrigatório apresentar Certificado Digital ou teste negativo, no momento de colocação de pulseira. À entrada, todos os festivaleiros recebem uma máscara com um design alusivo ao evento.

Homenagem sentida a Carlos do Carmo

Um dos pontos altos do festival Santa Casa Alfama será o grande concerto de homenagem a Carlos do Carmo, que se realiza no palco Santa Casa, junto ao Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Ali, com o Tejo aos pés – tal como o fadista gostava – muitos dos seus colegas e amigos vão recordar as canções e o homem. Camané, Paulo de Carvalho, Maria da Fé, Gil do Carmo, Sara Correia, Ricardo Ribeiro e Marco Rodrigues, são os nomes confirmados no cartaz. Mas há surpresas: um espetáculo de ‘videomapping’, que vai pedir a participação do público de Lisboa. Por isso, já sabe, leve a garganta afinada!