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A Princesa que abriu portas a Angola e pôs o mundo a falar sobre minas

Lusa 25 de Setembro de 2019 às 09:00

Há 23 anos, um hospital na periferia de uma cidade angolana devastada pela guerra despertou o mundo para a das vítimas de minas antipessoais.

A responsável foi uma princesa britânica que escolheu o Huambo para lançar um apelo global contra os engenhos explosivos, comovendo a comunidade internacional com as imagens das crianças amputadas.

Algumas, eram pacientes do antigo centro ortopédico da Bomba Alta, atual centro de reabilitação física Doutor António Agostinho Neto, que Diana de Gales visitou em 1997 e está prestes a mudar de nome novamente para homenagear a princesa que lhe deu projeção mundial.