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Correio da Manhã

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Ataque a escola em Peshawar causa 141 mortos

O ataque foi considerado um dos mais sangrentos dos últimos anos.
16 de Dezembro de 2014 às 16:52
Soldado ajuda crianças sobreviventes a sair da escola bombardeada
Soldado ajuda crianças sobreviventes a sair da escola bombardeada FOTO: Reuters

O exército paquistanês informou que 141 pessoas, 132 das quais crianças, foram mortas esta terça-feira no ataque de um comando talibã a uma escola para filhos de militares em Peshawar, o mais sangrento ataque terrorista da história do Paquistão.

O pior até agora tinha sido um atentado que causou 139 mortos em Carachi (sul) em 2007 aquando do regresso ao país da antiga primeira-ministra Benazir Bhutto.

O porta-voz do exército paquistanês, general Asim Bajwa, disse ainda, numa conferência de imprensa, que 124 pessoas, entre as quais 121 crianças, ficaram feridas no ataque que durou mais de seis horas e que terminou com a morte dos seis elementos do comando talibã.

Político paquistanês sobrevive a explosão

Um político paquistanês, que visitou esta terça-feira as vítimas do ataque talibã contra uma escola, e no qual morreram 135 pessoas, saiu ileso da explosão de uma bomba na berma da estrada, ocorrida no regresso, disse a polícia.


Amir Muqam, assessor do primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, e antigo governador da província Khyber Pakhtunkhwa, regressava a casa no momento do atentado. "Uma bomba na berma da estrada explodiu quando o veículo de Muqam estava a passar na zona de Pish Takhar, nos subúrbios de Peshawar", disse o oficial da polícia Muhammad Ijaz Khan à agência noticiosa francesa AFP.

A mesma fonte indicou que o motorista e dois guardas de Muqam ficaram feridos.

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