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Correio da Manhã

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Bruno de Carvalho defende que ação de responsabilidade civil era obrigatória por lei

Presidente do Sporting elogiou a atitude de Luís Duque, que marcou presença na Assembleia-Geral da SAD.
1 de Outubro de 2014 às 23:20
O Presidente do Sporting durante a assinatura do protocolo.
O Presidente do Sporting durante a assinatura do protocolo. FOTO: Vítor Chi

Bruno de Carvalho elogiou esta quarta-feira a atitude de Luís Duque, que marcou presença na Assembleia-Geral da SAD do Sporting, mas defendeu que é na justiça, e não internamente, que os eventuais negócios prejudiciais da anterior direção têm de ser avaliados.

Interrogado pelos jornalistas à saída da AG sobre se a presença do antigo dirigente o surpreendeu, o presidente do Sporting disse que não. "As pessoas são livres de estar presentes, até acho que fazem bem. Prefiro muito mais uma atitude de quem vem e está presente do que pessoas que andam a fazer comunicados e depois nunca aparecem em lado nenhum. Não vale a pena fazer comunicados, vale a pena ir e dizer o que se tem para dizer", defendeu, referindo-se ao antigo presidente Godinho Lopes, a quem gostava de ver numa próxima reunião de acionistas.

Bruno de Carvalho contou que Luís Duque "colocou uma série de questões" e que lhe foi explicado que, "por lei, é obrigatório, por cada processo, fazer uma convocatória e o resumo do caso, dizendo quem são as pessoas". "Factos são factos, números são números. Depois se a intenção é A, B, C ou D, tem de se tratar disso em tribunal. Contra factos não há argumentos. As questões físicas débeis dos jogadores em causa são mais do que evidentes", assegurou.

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