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Correio da Manhã

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Polícia sueca interrogou sete pessoas após atentado de Estocolmo

Operações policias têm-se sucedido desde o ataque com camião na sexta-feira.
Lusa 9 de Abril de 2017 às 09:35
Polícias fortemente armados no centro de Estocolmo
Cidadãos tem oferecido flores à polícia, em sinal de agradecimento
Agente da polícia fotografa a casa de um dos suspeitos, nos arredores de Estocolmo
Polícias fortemente armados no centro de Estocolmo
Cidadãos tem oferecido flores à polícia, em sinal de agradecimento
Agente da polícia fotografa a casa de um dos suspeitos, nos arredores de Estocolmo
Polícias fortemente armados no centro de Estocolmo
Cidadãos tem oferecido flores à polícia, em sinal de agradecimento
Agente da polícia fotografa a casa de um dos suspeitos, nos arredores de Estocolmo

A polícia sueca confirmou este domingo que interrogou sete pessoas sobre o atentado terrorista de Estocolmo na sexta-feira, em que um camião atropelou uma multidão numa zona pedonal e chocou contra uns grandes armazéns, provocando quatro mortes.

A informação foi revelada à televisão pública "STV" por um elemento da cúpula da Polícia Nacional, Jonas Hysing, que invocou a investigação em curso para não dar mais detalhes sobre os interrogados.

Vários media suecos informaram nas últimas horas que a polícia realizou várias detenções, no sábado, num apartamento nos subúrbios de Varberg, onde se crê que o alegado autor do atentado passou as horas antecedentes, assim como noutra zona da cidade.

Segundo os jornais "Expressen" e "Aftonbladet", trata-se de pessoas de nacionalidade uzbeque, como o detido desde sexta-feira e contra o qual se apresentaram suspeitas de terrorismo, já que a polícia dá por certo ser o condutor do camião.

O suspeito, sobre o qual não se confirmaram as alegadas simpatias pelo grupo Estado Islâmico, foi interrogado no sábado de forma oficial pela primeira vez e deverá comparecer perante um juiz antes de terça-feira.

Hysing revelou também à "STV" que três dos quatro mortos no atentado foram já identificados e os familiares informados, mas não quis dar informações sobre as identidades.

Dez pessoas continuam hospitalizadas, várias em estado grave.

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