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Correio da Manhã

Cultura

Batalha decisiva de Aljubarrota foi há 636 anos

Data foi este sábado assinalada com uma cerimónia militar.
Sónia Dias 15 de Agosto de 2021 às 09:35
Cerimónia dos 636 anos da Batalha de Aljubarrota junto ao monumento evocativo da batalha, em Porto de Mós
Cerimónia dos 636 anos da Batalha de Aljubarrota junto ao monumento evocativo da batalha, em Porto de Mós FOTO: Direitos Reservados
Foi uma batalha decisiva para assegurar a independência do País face a Castela e decorreu na tarde de 14 de agosto de 1385, no Chão da Feira, na zona de Aljubarrota, fez este sábado 636 anos. De um lado estavam sete mil portugueses e algumas centenas de britânicos e, do outro, cerca de 40 mil espanhóis e franceses. A posição escolhida por Nuno Álvares Pereira, Condestável de D. João I, as defesas e o tipo de armamento que se posicionava no campo de batalha decidiram a vitória para o lado português, e uma derrota pesada para o inimigo.

Após dois anos de confrontos, a vitória foi tão esmagadora que assegurou a D. João I a continuidade no trono português. É neste contexto que nasceu a lenda da Padeira de Aljubarrota. Brites de Almeida tornou-se uma heroína nacional por ter matado, com a sua pá de padeira, sete castelhanos que se esconderam no seu forno.

Este sábado, a celebração da efeméride foi assinalada com uma cerimónia militar junto ao monumento evocativo da batalha, no Campo de São Jorge, em Porto de Mós. A celebração foi presidida pelo diretor da Direção de História e Cultura Militar, major-general Aníbal Alves Flambó, contando ainda com as presenças do presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, e do presidente da Fundação da Batalha de Aljubarrota, Alexandre Patrício Gouveia. O momento incluiu uma missa campal, celebrada pelo tenente-coronel capelão Luís Morouço Almeida Ferreira, e uma cerimónia de homenagem aos militares mortos.
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