Barra Cofina

Correio da Manhã

Cultura
1

Caixão branco e coroa de flores: Cultura sai à rua em protesto

Sete cidades de Portugal continental e ilhas foram, durante esta quarta-feira, palco de várias manifestações.
Miguel Azevedo 22 de Abril de 2021 às 01:30
Grupo Vigília Cultura e Artes depositou um caixão ao fundo da escadaria da Assembleia da República
Um dos vários cartazes do funeral da Cultura, em Lisboa
Funchal também aderiu ao protesto dos profissionais da Cultura
No Porto, profissionais da Cultura simularam o funeral do setor da cultura com um caixão, flores e cartazes
Em Angra do Heroísmo, nos Açores, o mau tempo não impediu a Cultura de sair à rua
Em Aveiro, o protesto da cultura resistiu à chuva
Grupo Vigília Cultura e Artes depositou um caixão ao fundo da escadaria da Assembleia da República
Um dos vários cartazes do funeral da Cultura, em Lisboa
Funchal também aderiu ao protesto dos profissionais da Cultura
No Porto, profissionais da Cultura simularam o funeral do setor da cultura com um caixão, flores e cartazes
Em Angra do Heroísmo, nos Açores, o mau tempo não impediu a Cultura de sair à rua
Em Aveiro, o protesto da cultura resistiu à chuva
Grupo Vigília Cultura e Artes depositou um caixão ao fundo da escadaria da Assembleia da República
Um dos vários cartazes do funeral da Cultura, em Lisboa
Funchal também aderiu ao protesto dos profissionais da Cultura
No Porto, profissionais da Cultura simularam o funeral do setor da cultura com um caixão, flores e cartazes
Em Angra do Heroísmo, nos Açores, o mau tempo não impediu a Cultura de sair à rua
Em Aveiro, o protesto da cultura resistiu à chuva
U m caixão branco, com uma coroa de flores e uma faixa com a frase ‘Aqui jazem profissionais da Cultura, Artes e Eventos’ foi colocado, esta quarta-feira de manhã, ao fundo da escadaria da Assembleia da República. Esta foi mais uma forma de protesto, em jeito de velório simbólico, dos profissionais da cultura para lembrar o abandono a que o setor foi deixado em tempos de pandemia.

O protesto, levado a cabo pelo grupo Vigília Cultura e Artes e que surgiu já em contexto da atual crise, estendeu-se também a outras cidades de Portugal continental e ilhas: Porto, Évora, Faro, Funchal, Ponta Delgada e Angra do Heroísmo. “É muito triste que ao final de onze meses estejamos a reivindicar as mesmas coisas porque nada foi feito” diz ao CM Joana Saraiva, responsável pela ação, que dá como o exemplo “os apoios de emergência que demoram e as medidas estruturais que não chegam”.

Eventos Cultura Assembleia da República questões sociais política pandemia
Ver comentários