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Correio da Manhã

Cultura
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Festa com teatro invade Alentejo

São oito os países representados nesta 8ª edição do certame.
Sónia Dias 18 de Abril de 2021 às 09:41
Peça 'Napoleão', do grupo Chapitô
Peça 'Napoleão', do grupo Chapitô FOTO: Direitos Reservados
"Sim, o FITA vai mesmo acontecer”, assegurou esta semana António Revez, diretor do Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA). O estado de emergência empurrou a 8ª edição do certame para o final de abril e obrigou a “uma redução no número de países representados e de municípios aderentes”, explicou o responsável. Ainda assim, o festival vai acolher 17 espetáculos oriundos de oito países: Espanha, Chile, Argentina, México, Cuba, República Dominicana, Moçambique e Portugal.

Com a abertura das salas de espetáculos amanhã, o FITA é, em muitos concelhos, a primeira iniciativa cultural a acontecer após o início da pandemia. Embora reconheça que “este ano o desafio é ainda maior”, António Revez avança que “os artistas e técnicos de todas as companhias convidadas serão testados” à Covid-19, de forma a garantir a segurança de todos, inclusive do público.

O festival decorre entre 29 de abril e 8 de maio nos concelhos de Beja, Aljustrel, Almodôvar, Campo Maior, Ferreira do Alentejo, Grândola, Mértola e Santiago do Cacém.

Com 30 apresentações agendadas, terá ainda espaço para o lançamento do volume VI da ‘Coleção Novas Dramaturgias’, com a presença dos autores que integram a obra (Rui Xerez de Sousa e Sandra Gomes) e um debate sobre o teatro de hoje.

‘Napoleão’, do grupo Chapitô; ‘Hot Tea’, do inglês Harold Pinter, e ‘Segundo Sacrifício’, do escritor cabo-verdiano João Vário, são algumas das peças em destaque.
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