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Correio da Manhã

Cultura
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Festival de Almada aposta em teatro internacional

Monica Bellucci entre os convidados de luxo da 38º edição, que se realiza de 2 a 25 de julho.
André Filipe Oliveira 19 de Junho de 2021 às 09:23
Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, e Rodrigo Francisco, diretor artístico, divulgaram programa do evento
Bellucci atua em Lisboa
Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, e Rodrigo Francisco, diretor artístico, divulgaram programa do evento
Bellucci atua em Lisboa
Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, e Rodrigo Francisco, diretor artístico, divulgaram programa do evento
Bellucci atua em Lisboa
A partir do próximo dia 2 de julho (e até dia 25), Almada e Lisboa unem-se para receber 21 espetáculos de teatro no âmbito do Festival de Almada, que assinala, este ano, a sua 38º edição. Rodrigo Francisco, diretor artístico do evento, enumerou esta sexta-feira, na apresentação do programa deste ano, os pontos fortes do festival, que vai percorrer as principais salas de espetáculo de Almada e ainda o Centro Cultural de Belém, Lisboa. "É uma mais-valia para esta edição ter nomes internacionais do teatro. Recuperámos uma característica que era nossa. O festival foi pioneiro em trazer os principais criadores de teatro a Portugal não só aos espectadores, mas aos profissionais das artes", anunciou.

Entre as propostas nacionais destacam-se ‘Hipólito’, ‘Lorenzaccio’, ‘Corpo Suspenso’, ‘Um Gajo Nunca Mais é a Mesma Coisa’ e ‘Fake’. No plano internacional, a atriz italiana Monica Bellucci apresenta-se a 10 e 11 de julho no CCB, em Lisboa, com ‘Maria Callas - Cartas e Memórias’. Destaque ainda para as produções ‘Miguel de Molina’, de Espanha, ‘História da Violência’, da Eslovénia, ou ‘Molly Bloom’, da Bélgica.

Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, assegurou que todos as recomendações da DGS estão garantidas. "Havendo distanciamento e um número de pessoas razoável, a cultura pode continuar. Não há registo de surtos em contextos artísticos. Temos de encontrar outros meios e não fechar, não confinar e privar os artistas de trabalharem."
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