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Correio da Manhã

Cultura
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Joias da coroa no Palácio da Ajuda

Conclusão do edifício, até 2018, custará 15 milhões de euros.
Duarte Faria 20 de Setembro de 2016 às 11:45
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Associação de Turismo de Lisboa, Ministério da Cultura, Europa, João Carlos Santos, António Costa, Câmara de Lisboa, Fernando Medina, joias, coroa, realeza
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Associação de Turismo de Lisboa, Ministério da Cultura, Europa, João Carlos Santos, António Costa, Câmara de Lisboa, Fernando Medina, joias, coroa, realeza
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Associação de Turismo de Lisboa, Ministério da Cultura, Europa, João Carlos Santos, António Costa, Câmara de Lisboa, Fernando Medina, joias, coroa, realeza
Projeto do Palácio da Ajuda
Projeto do Palácio da Ajuda
As obras de conclusão do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, incompleto há mais de 200 anos, ficarão finalizadas até dezembro de 2018 e custarão 15 milhões de euros.

A autarquia de Lisboa e a Associação de Turismo de Lisboa vão investir 11 milhões de euros (destes, seis milhões resultam da cobrança da taxa turística na capital) e o Ministério da Cultura avança com os restantes 4 milhões, provenientes da indemnização pelo roubo das joias da coroa portuguesa, em dezembro de 2002, numa exposição na Holanda.

De resto, a partir da data de conclusão das obras, o palácio acolherá um museu com milhares de exemplares das joias da coroa e tesouros da ourivesaria da Casa Real, que ficarão expostos numa caixa-forte com um sistema de segurança.

Serão 900 exemplares de joias reais, 830 joias de uso corrente, 4694 pratas utilitárias e decorativas e 172 peças de ordens e condecorações. Estão previstos mais de 200 mil visitantes por ano.

O protocolo para dar início à finalização do edifício (um dos maiores palácios da Europa), a partir de um projeto do arquiteto João Carlos Santos, foi assinado ontem pelo primeiro-ministro, António Costa, que defendeu que o crescimento do turismo deve ser aproveitado para "valorizar e preservar o nosso património material e imaterial" e elogiou os resultados da aplicação da taxa turística em Lisboa. "As taxas e taxinhas vieram e foram elas que acabaram a obrazinha", concluiu o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina.
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