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Correio da Manhã

Cultura
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Memórias que não se apagam

Dos excêntricos AC/DC, em 1985, à degradação de Amy Winehouse, em 2008, muitas são as histórias do Rock in Rio.
18 de Maio de 2016 às 12:45
Amy Winehouse
Amy Winehouse FOTO: Luke MacGregor/Reuters
Encerram-se este ano as comemorações do 30.º aniversário do Rock in Rio, evento que nasceu em 1985 e que já deu um livro, um filme e agora um musical. 

As histórias são mais do que muitas. Ninguém esquecerá, por exemplo, o dia em que os AC/DC exigiram em palco um sino gigante de 1,5 toneladas (1985), quando Prince chocou os presentes ao simular sexo com o microfone (1991), quando Carlinhos Brown foi corrido do palco à garrafada (2001) ou quando o baixista dos Queen of the Stone Age subiu ao palco completamente nu (2001). 

Em Portugal, o Rock in Rio chegou apenas em 2004, mas também já tem os seus episódios. O ano de 2008 assistiu a um dos mais negros momentos de todo o evento.

Mais de 90 mil pessoas assistiram ao vivo à degradação de Amy Winehouse em Lisboa. Lapsos de memória, afonia e uma queda em pleno palco devido ao efeito do álcool correram o Mundo. A cantora chegou a ter de ser amparada por um dos seus músicos. 

Menos dramática, mas sem deixar saudades foi também a atuação dos Guns 'n Roses, numa altura em que Axl estava na sua pior forma vocal. 

Inesquecível foi talvez a edição de 2014 dos Rolling Stones, que surpreenderam tudo e todos quando surgiram em palco com um convidado muito especial: nada mais do que Bruce Springsteen.

A dúvida do playback

A primeira edição do Rock in Rio Lisboa, em 2004, trouxe Britney Spears pela primeira vez em Portugal. Mas a atuação da cantora deu que falar por causa das suspeitas de playback. 

Nunca houve um desmentido oficial e ainda hoje as dúvidas permanecem em muitos dos que lá estiveram.
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