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Correio da Manhã

Cultura
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Ministra comete gafe com música espanhola

Governante ouviu tocar um ‘Paso Doble’ na festa dos 50 anos da RTP2 e fez trocadilho com a entrada numa tourada.
João Bénard Garcia 13 de Dezembro de 2018 às 01:30
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca, nova ministra da Cultura
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Joaquim Letria
Joaquim Letria
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca, nova ministra da Cultura
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Joaquim Letria
Joaquim Letria
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca, nova ministra da Cultura
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Graça Fonseca
Joaquim Letria
Joaquim Letria
Graça Fonseca, a atual ministra da Cultura, voltou a cometer uma gafe, agora na festa de comemoração dos 50 anos da RTP 2. Quando subiu ao palanque para discursar, a governante quis ter piada, mas a brincadeira caiu mal entre alguns convidados na sala.

Como tinha sido recebida no átrio do Cineteatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, por uma banda de música que tocava um tema de ‘Paso Doble’ (um estilo musical e de dança de origem espanhola que é utilizada em touradas e em desfiles militares), a titular da pasta da Cultura brincou com o facto, deixando alguns presentes incomodados. "Quando entrei até me assustei porque receei que me estivessem a levar para uma tourada", referiu.

O jornalista Joaquim Letria, uma das figuras emblemáticas da história do segundo canal da RTP e aficionado de touradas, garante ao CM que sentiu necessidade de responder à governante. "Quero acreditar que a senhora ministra disse o que disse por graça ou terá de aprender o que é um ‘Paso Doble’", conta, concluindo que "confundir um estilo musical com touradas terá sido por piada ou por brincadeira, sendo a senhora culta e adulta, como sempre deve ser uma ministra da Cultura", sublinha.

Sobre a posição pública de Graça Fonseca contra as touradas, Joaquim Letria lança uma questão pertinente: "Quem a escolheu deve ter-lhe dito que a linha política do Governo é anti-tourada, senão ela não pensaria como pensa", remata.
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