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Correio da Manhã

Desporto
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Trinta e sete adeptos do Benfica da ala radical dos No Name Boys acusados de 261 crimes violentos

Em causa 11 ataques, dos quais apedrejamento a autocarro na A2 foi o caso mais mediático.
João Moniz 27 de Dezembro de 2020 às 01:30
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
Viaduto na A2 onde o autocarro do Benfica foi apedrejado, a 4 de junho deste ano. Uma das várias pedras arremessadas partiu um vidro da viatura, que seguia a 100 km/h, ferindo os jogadores Weigl e Zivkovic, que foram ao hospital
O Ministério Público acusou 37 pessoas que pertencem aos Casual, uma ala radical de adeptos que integravam a claque benfiquista No Name Boys, de 261 crimes violentos relativos a 11 episódios de violência, avançou a TVI.

O caso mais mediático foi o apedrejamento do autocarro do Benfica na A2, a 4 de junho deste ano, depois de os encarnados terem empatado (0-0) em casa com o Tondela. Como o CM já noticiou, as pessoas que planearam esse ataque dividiram-se em três grupos: um monitorizou a hora de saída e percurso do autocarro entre a Luz e o centro de estágios do Seixal; outro vigiou os movimentos da polícia; e o terceiro concretizou o ataque. Às 22h30, várias pedras foram arremessadas contra o autocarro em plena A2, quando seguia a 100 km/h. Um desses pedregulhos partiu um vidro, ferindo Weigl e Zivkovic - os dois jogadores tiveram de ser assistidos no hospital.


As 11 situações violentas referidas incluem os grafítis insultuosos na casa do ex-treinador Bruno Lage e agressões a adeptos do Sporting e FC Porto. Os acusados, entre os 20 e 40 anos, respondem por homicídio qualificado na forma tentada, atentado à segurança de transporte rodoviário, ofensas à integridade física, furto e dano.
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