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Correio da Manhã

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Conheça as 22 modalidades dos Jogos Paralímpicos

Portugal irá estar representado por 33 atletas em oito modalidades.
Lusa 20 de Agosto de 2021 às 08:53
Portugal representado por 33 atletas nos Paralímpicos
Portugal representado por 33 atletas nos Paralímpicos FOTO: Direitos Reservados
Resumo das 22 modalidades que integram o programa dos Jogos Paralímpicos Tóquio2020, que decorrem entre terça-feira e 05 de setembro:

Portugal irá estar representado por 33 atletas em oito modalidades: atletismo, badminton, boccia, canoagem, ciclismo, equestre, judo e natação.

ATLETISMO:

Modalidade do programa paralímpico desde Roma1960.

Em relação ao programa olímpico, não se realizam as provas de obstáculos e barreiras.

As provas são disputadas por atletas com deficiências motoras, visuais ou intelectuais

O número da classe é antecedido pela letra T (Track) nas provas de pista, e pela letra F (Field) nas provas técnicas.

- Classes nas provas de pista (T)

T11 a T13: Deficientes visuais. A classe 11 inclui atletas com a visão mais diminuída e a classe desportiva 13 inclui atletas com a melhor visão.

Todos os atletas da classe desportiva 11 correm com um parceiro de competição (atleta-guia) e com os olhos vendados.

T20: Deficientes intelectuais

T31 a T38: Deficientes motores (paralisia cerebral). Os atletas das classes desportivas 31 a 34 competem em cadeira de rodas, enquanto os atletas das classes desportivas 35 a 38 revelam maior funcionalidade das pernas e melhor controlo do tronco e por isso competem de pé.

T41 a T46: Destinada a atletas com um ou mais membros amputados, tal como com outras deficiências físicas (les autres) que podem competir na posição ereta.

T51 a T58: Deficiência motora. As classes desportivas do grupo 50 só incluem atletas que competem em cadeira de rodas, com sequelas de poliomielite, lesões medulares e amputações.

- Classes desportivas nas provas técnicas (F)

F11 a F13: deficientes visuais

F20: deficientes intelectuais

F31 a F38: Deficientes motores (paralisia cerebral). Os atletas das classes desportivas 31 a 34 competem em cadeira de rodas, enquanto os atletas das classes desportivas 35 a 38 revelam maior funcionalidade das pernas e melhor controlo do tronco e por isso competem de pé.

F40: Atletas com nanismo

F41 a F46: Destinada a atletas com um ou mais membros amputados, tal como com outras deficiências físicas (les autres) que podem competir na posição ereta.

F51 a F57: Deficiência motora. As classes desportivas do grupo 50 só incluem atletas que competem em cadeira de rodas. Destinam-se a aletas com sequelas de poliomielite, lesões medulares e amputações.

Nestas classes, os atletas competem em cadeira de rodas.

- BADMINTON:

Os atletas são divididos em seis classes (duas classes em cadeira de rodas e quatro classes em pé), com as regras do Badminton seguidas, exceto por pequenas modificações. Todos os eventos usam um formato de "melhor de três jogos", cada um com 21 pontos. A altura da rede é a mesma para todas as classes.

Os eventos individuais nas duas classes de cadeiras de rodas usam metade da quadra, com as lançadeiras caindo entre a rede e uma linha de serviço colocada perto da rede considerada fora de campo.

Nas quatro classes de pé, todas as partidas são disputadas em quadra inteira, com exceção de uma classe para atletas em pé com deficiências nos membros inferiores, onde metade da quadra é usada.

- BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS:

Modalidade do programa paralímpico desde Roma1960.

É considerada por muitos como a modalidade rainha entre os desportos coletivos, o basquetebol é disputado num recinto com tabelas e bola de tamanhos iguais aos usados pelos atletas regulares.

A modalidade é praticada por atletas com deficiência motora e está dividida nos setores masculino e feminino.

A cada atleta, consoante o seu grau de deficiência, é atribuído uma classe desportiva (pontuação), que varia entre 1 e 4,5.

Cada equipa inclui cinco jogadores em campo e sete suplentes.

De forma a garantir a lealdade do jogo cada equipa de cinco jogadores só pode ter no campo de jogo, em simultâneo, um máximo de 14 pontos.

- BOCCIA:

Modalidade do programa paralímpico desde os Jogos de Nova Iorque1984.

É uma modalidade exclusiva dos Jogos Paralímpicos, destinada a atletas com deficiência motora (paralisia cerebral em cadeira de rodas, ou doenças neuromusculares), podendo ser disputado individualmente, em pares ou por equipas de três elementos, sem divisão por sexos.

O boccia disputa-se num pavilhão com marcações próprias e envolve 13 bolas: seis de cor azul, seis de cor vermelha e uma bola branca, o alvo (também denominada como "jack").

O objetivo consiste em colocar o maior número de bolas de cor próximo da bola alvo.

As bolas podem ser atiradas com a mão, pé, uma calha ou um ponteiro. Estes dois últimos são dispositivos para atletas com uma deficiência que lhes afete os quatro membros.

No boccia, designado pelas iniciais BC, os atletas são divididos em quatro classes, numeradas de 1 a 4. As classes 1 e 2 são destinadas a atletas que jogam com a mão ou com o pé, a 3 agrupa os atletas que jogam com calhas, e a 4 os praticantes que sofrem de doenças neuromusculares.

- CANOAGEM

Modalidade que se estreou no programa paralímpico nos Jogos Rio2016 e é destinada a deficientes motores.

Os atletas, que competem em Kayaks (K) são divididos em três categorias, consoante os movimentos que conseguem efetuar com o tronco.

A modalidade é exatamente igual à canoagem regular e permite que os atletas com deficiência física de todos níveis pratiquem este desporto.

O sistema de classificação baseia-se na capacidade funcional dos atletas para pagaiar e para aplicar força na tábua de apoio dos pés, ou no assento, para impelir a embarcação.

- CICLISMO ESTRADA E PISTA:

A variante de ciclismo de estrada foi inserida no programa paralímpico em Seul1988, enquanto o ciclismo de pista foi incluído em Atlanta1996.

O ciclismo está dividido em duas variantes: estrada (no programa paralímpico desde Seul1988) e pista (no programa paralímpico desde Atlanta1996) nas quais são permitidas alterações às bicicletas para facilitar os atletas com uma deficiência específica.

As provas destinam-se a atletas com deficiência motora e deficiência visual.

Os atletas com deficiências motoras competem em bicicletas manuais, triciclos ou bicicletas convencionais. Os atletas com deficiência visual competem em tandem com um parceiro de competição (piloto) normovisual.

- Classes desportivas de Bicicleta Manual (antecedida da letra H, do termo inglês Handbike):

Há cinco classes desportivas diferentes para as corridas de bicicleta manual sendo que os números mais baixos indicam uma limitação mais severa da atividade.

Os ciclistas das classes desportivas H1-3 competem em posição reclinada.

Os ciclistas da classe desportiva H5 sentam-se sobre os joelhos e, assim, podem usar os braços e o tronco para impulsionar a bicicleta manual.

- Classes desportivas de triciclo (antecedida da letra T, do termo inglês Tricycle) 1 e 2:

Os atletas de triciclo são portadores de deficiências que afetam o equilíbrio e a coordenação e não conseguem andar numa bicicleta convencional. A classe desportiva T1 é atribuída a atletas com limitações da coordenação ou perda de potência muscular mais significativas do que as dos atletas que competem na classe desportiva T2.

- Classes de Bicicleta (antecedida da letra c, do termo inglês cycling) 1-5:

Os perfis das classes desportivas incluem amputações, potência muscular ou amplitude de movimento deficientes e também deficiências que afetam a coordenação.

A classe desportiva C1 é atribuída a atletas com a limitação da atividade mais severa, enquanto a classe desportiva C5 inclui atletas que satisfaçam os critérios de deficiência mínimos.

- Classe Tandem (antecedida das letras TB, dos termos ingleses Tandem Bike):

Os ciclistas com deficiência visual correm em tandem com um ciclista visual que se senta à frente.

- ESGRIMA EM CADEIRA DE RODAS:

Modalidade do programa paralímpico em Roma1960.

Desporto destinado a atletas em cadeiras de rodas, que estão fixadas ao chão para permitir estabilidade e liberdade de movimentos na parte superior do corpo do atirador.

Os atiradores estão ligados a uma caixa eletrónica que contabiliza os toques válidos.

- Classes desportivas:

Categoria A: Os esgrimistas têm bom controlo do tronco, o que lhes permite o movimento para a frente e para os lados, quando atacam o oponente ou quando se esquivam de um ataque. Além disso, o braço armado é totalmente funcional.

Categoria B: Os esgrimistas têm controlo do tronco pior do que o descrito na categoria A e um braço armado funcional, ou têm controlo do tronco normal e funcionalidade do braço armado minimamente diminuída.

Todos os esgrimistas em cadeira de rodas têm deficiências nas pernas ou pés que os impedem de competir de pé contra esgrimistas não deficientes.

- EQUESTRE:

Modalidade do programa paralímpico desde Atlanta1996.

A equitação paralímpica inclui apenas a disciplina de Ensino (dressage) e é um desporto para atletas com deficiência motora ou visual, divididos em quatro classes (graus), de I a IV.

As habilidades funcionais de cada cavaleiro definem o enquadramento em uma das quatro classificações:

Graus I e II: Para atletas em cadeiras de rodas com pouco equilíbrio do tronco e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros e pouco, ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento dos membros superiores.

Grau III: Para atletas capazes de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral. Atletas que têm total perda de vista em ambos olhos.

Grau IV: Para atletas com um ou mais membros ou algum grau de deficiência visual.

- FUTEBOL 5:

Modalidade que se estreou no programa paralímpico em Atenas2004.

O desporto é praticado por atletas com deficiência visual, que são divididos em três classes, que começam sempre com a letra B (do termo Blind, cego em inglês).

Todos os jogadores são obrigados a jogar com os olhos vendados

O jogo é praticado com uma bola que incorpora um guizo no seu interior. O guarda-redes pode ser normovisual ou amblíope.

As regras da FIFA e do Comité de Futebol da Associação Internacional de Desportos para Cegos regulam a competição.

- GOALBALL:

Modalidade paralímpica desde Toronto1976 e exclusiva dos Jogos Paralímpicos, destinada a atletas com deficiência visual.

A modalidade disputa-se num campo de 18 metros de comprimento por nove de largura, com marcações específicas através de linhas com relevo. Em cada topo do campo estão colocadas balizas de nove metros de comprimento e 1,30 metros de altura.

Duas equipas de três elementos (com um máximo de três suplentes) disputam uma bola, cujo interior inclui placas metálicas para produzir sons, com o objetivo de a introduzir na baliza contrária através de lançamentos manuais.

Nesta modalidade, os atletas deficientes visuais das classes B1, B2 e B3, competem juntos e independente do nível de perda visual, utilizam uma venda durante as competições para que todos possam competir em condições de igualdade.

- HALTEROFILISMO:

Modalidade paralímpica desde Tóquio1964.

O desporto é destinado a atletas com deficiência motora, que levantam a barra com halteres deitados de barriga para cima.

O atleta tem que elevar a barra até esta ficar imóvel o mais alto possível num período de dois minutos.

Mulheres e homens competem na disciplina segundo divisões de peso.

- JUDO:

Modalidade no programa paralímpico desde Seul1988. As provas femininas começaram a disputar-se em Atenas2004.

A arte marcial é disputada por atletas com deficiência visual, em combates de cinco minutos.

Os combates decorrem num tatami (tapete), que inclui uma zona de delimitação com relevo ou com uma diferença térmica.

Os judocas têm como objetivo conseguir um Ippon (10 pontos), se nenhum dos atletas conseguir nos cinco minutos de combate, o vencedor será aquele que mais pontos somar.

Além das categorias por peso, os judocas são divididos em três classes, de acordo com o grau da deficiência visual. Todas começam com a letra B (Blind, cego em inglês): B1, B2 e B3.

Em Tóquio, as provas de judo, nas quais Portugal estará representado por um atleta, decorrerão no Nippon Budokan, entre 27 e 29 de agosto.

- NATAÇÃO:

Modalidade no programa paralímpico desde Roma1960.

É praticada por atletas femininos e masculinos com deficiências visuais e motoras

Os nadadores com deficiências locomotoras são agrupados nos diversos estilos (livres, costas, bruços, mariposa e estilos) de acordo com as suas capacidades funcionais através de avaliações, nomeadamente, da força muscular, coordenação e limitação de movimentos.

Assim, atletas com diferentes deficiências podem disputar a mesma prova, enquanto um atleta pode ser classificado de forma diferente em cada um dos estilos.

Os nadadores não podem usar aparelhos de assistência ou próteses.

O número da classe é antecedido pela letra S (Swimming), podendo em alguns casos ser utilizadas letras relativas aos estilos das provas SM (Swimming Medley) e Swimming Breaststroke (SB).

- Classes desportivas:

S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 -- nadadores com limitações físico-motoras

S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 -- nadadores com deficiência visual.

S14, SB14, SM14 -- nadadores com deficiência intelectual

- RÂGUEBI EM CADEIRA DE RODAS:

Modalidade no programa paralímpico desde Sidnei2000.

O râguebi é praticado por atletas com deficiência motora, incluindo desportistas tetraplégicos, num pavilhão com as dimensões oficiais para um campo de basquetebol (28mx15m).

Em cada topo está colocada uma zona de ensaio delimitada por dois cones com uma distância de oito metros entre si. As equipas podem ser mistas.

O jogo é dividido em quatro períodos de oito minutos, com intervalos de um minuto nos primeiros e terceiro períodos.

- REMO:

Modalidade que se estreou no programa paralímpico em Pequim2008.

O remo é disputado por atletas com deficiência motora ou deficiência visual.

A modalidade, que se disputa em quatro categorias de embarcações, rege-se pelas regras do remo adaptado e tem três classes para cada uma das deficiências.

- TAEKWONDO:

Modalidade que se estreia no programa paralímpico.

Este desporto está aberto a atletas com deficiência visual, intelectual, e motora, agrupados em várias categorias, conforme o peso e classes, de acordo com a sua funcionalidade.

Disputa-se nas variantes Kyorugi (luta combinada) e Poomsae (combinação de execuções alternadas de técnicas de defesa e ataque).

Nos Jogos Paralímpicos Toquio2020, a competição só será disputada por atletas com deficiências motoras.

- TÉNIS EM CADEIRA DE RODAS:

Modalidade no programa paralímpico desde Barcelona1992.

O desporto é praticado por atletas com deficiência motora, nas variantes de singulares e pares, masculinos e femininos. Existe uma classe especial destinada a tetraplégicos e para atletas paraplégicos com disfunção ou amputação nos membros superiores.

No ténis paralímpico as regras permitem que a bola toque duas vezes no campo do adversário.

Cada confronto é composto por três 'sets', com seis jogos cada.

- TÉNIS DE MESA:

Modalidade do programa paralímpico desde Roma1960.

O desporto é disputado por atletas com deficiência intelectual ou deficiência motora.

Os atletas com deficiência motora competem em classes entre um e 10. Os atletas das classes uma a cinco competem em cadeira de rodas, os entre as classes seis e 10 competem de pé.

Os atletas com deficiência intelectual competem na classe 11.

Cada partida de ténis de mesa é composta por cinco 'sets', estando 11 pontos em disputa em cada um dos jogos.

- TIRO:

Modalidade do programa paralímpico desde Arnhem1980.

O tiro é disputado por atletas com deficiência visual ou deficiência motora, podendo ser adoptada uma posição de acordo com a funcionalidade do atleta: em pé, cadeira de rodas ou deitado.

A maioria dos atletas compete sentado e em duas classes desportivas:

- Classe SH1 (do termo inglês Shooting): Os atletas atiram com pistola ou carabina. Não precisam de suporte de tiro, porque têm os braços afetados pela deficiência em grau menor e conseguem apoiar suficientemente a arma.

- Classe SH2: Destinada a atiradores com uma deficiência mais severa nos membros superiores, que os obriga a usar suporte de tiro. Ao contrário da classe SH1, os atletas só usam carabina.

- Classe SH3: Destinada a atletas com deficiência visual.

- TIRO COM ARCO:

Modalidade do programa paralímpico desde Roma1960.

A variante paralímpica de tiro com arco é praticada por atletas com deficiência motoras, existindo três classes desportivas.

O alvo tem um diâmetro de 122 centímetros e está a uma distância dos atiradores, que poderão estar em pé ou em cadeira de rodas, de 70 metros.

Os atletas do tiro com arco são divididos em três categorias. Em duas delas os atletas competem em cadeira de rodas e numa terceira competem de pé.

- TRIATLO:

Modalidade que se estreia no programa paralímpico e é destinada a deficientes visuais ou motores.

No triatlo, os atletas competem em distâncias menores que as olímpicas: 750 metros de natação, 20 quilómetros de bicicleta e 5 quilómetros de corrida.

Os atletas são divididos em seis categorias:

TRI 1: Atletas paraplégicos, tetraplégicos e bi amputados que utilizam a handcycle e cadeiras de rodas

TRI 2: Atletas com severo comprometimento de pernas que usam próteses

TRI 3: Les autres, que podem ser atletas com esclerose múltipla, paralisia cerebral, distrofia muscular, entre outros

TRI 4: Atletas com comprometimento dos braços.

TRI 5: Atletas com comprometimento moderado da perna.

TRI 6: Atletas cegos ou de baixa visão, que são auxiliados por guias na corrida e no ciclismo e na natação.

- VOLEIBOL SENTADO:

Modalidade do programa paralímpico desde Arnhem1980, praticada por deficientes motores.

As diferenças entre o voleibol sentado e o regular referem-se às dimensões do campo, que no caso de atletas paralímpicos é de 10 metros de comprimento por seis metros de largura, e à altura da rede: 1,15 metros para atletas masculinos e 1,05 metros para femininos.

Cada equipa é constituída por seis elementos, mais seis suplentes e não há distinção de classes desportivas.

Os jogadores do voleibol sentado são classificados em duas classes: deficiente e minimamente deficiente. Na primeira, estão aqueles com amputações e com problemas locomotores mais acentuados. Na mínima elegibilidade, os atletas têm deficiências quase impercetíveis, como problemas de articulação leves ou pequenas amputações nos membros. Cada equipe só pode contar dois jogadores da classe minimamente deficiente, e os dois não podem estar em quadra ao mesmo tempo. Ou seja, enquanto um deles joga, o outro fica no banco de reservas.

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Lusa/Fim

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