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Michael Jackson absolvido de abusos sexuais que deram origem ao documentário 'Leaving Neverland'

Perante esta decisão, o advogado de Wade Robson promete "luta" ao Supremo Tribunal da Califórnia. 
Correio da Manhã 27 de Abril de 2021 às 08:22
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Michael Jackson
Michael Jackson FOTO: Getty Images

O coreógrafo Wade Robson acusou a estrela pop Michael Jackson de abuso sexual infantil, reportado no polémico documentário 'Leaving Neverland', e os responsáveis pelo espólio do artista convenceram uma vez mais o juiz do Tribunal Superior de Los Angeles que as empresas do artista falecido não podem ser processadas por Wade.

Wade Robson processou Michael Jackson, em 2013, alegando que o cantor abusou sexualmente dele durante quase dez anos. Os gestores do património do falecido cantor, argumentam que têm direito a julgamento porque as empresas não lhe deviam nenhuma obrigação legal e não tinham a capacidade de controlar o comportamento de Jackson.

O juiz Mitchell Beckloff já havia rejeitado o processo de Robson em dezembro de 2017. O processo veio novamente ao de cima no início de 2020, depois da Califórnia ter promulgado uma lei que estendeu a idade em que as pessoas devem entrar com ações em tribunal relativas a abusos sexuais de crianças contra terceiros, avança The Hollywood Reporter.

Perante esta decisão, o advogado de Robson promete "luta" ao Supremo Tribunal da Califórnia. 

O coreógrafo afirmou que conheceu a estrela pop quando tinha cinco anos, depois de vencer uma competição promovida pela 'MJJ Productions' na Austrália. Dois anos depois, a sua família fez uma viagem para a Califórnia e a mãe de Robson contactou a assistente de Jackson, Norma Staikos, para marcar uma reunião. A família foi convidada a ficar em Neverland e Robson dormiu na cama de Jackson.

Segundo Robson, citado pela mesma fonte, foi naquele fim de semana que Jackson abusou sexualmente dele, quando tinha sete anos. 

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