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Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto: "São uns ladrões. Não gosto dela"

Líder centrista viveu momentos de tensão na Invicta, com vários protestos e empurrões.
Lusa 2 de Outubro de 2019 às 19:45
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Critas durante arruada no Porto
Assunção Critas durante arruada no Porto
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Critas durante arruada no Porto
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Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Cristas foi empurrada por mulher durante arruada no Porto
Assunção Critas durante arruada no Porto
Assunção Critas durante arruada no Porto
Assunção Cristas
Assunção Cristas
A arruada do CDS-PP, com Assunção Cristas, no Porto viveu esta quarta-feira momentos de tensão, com protestos de pessoas contra o ex-governo PSD/CDS, empurrões e até uma tentativa de agressão à líder centrista.

Foi a terceira pessoa que, durante a arruada, gritou e protestou contra o anterior Governo, a que Cristas pertenceu, e as medidas de austeridade quando a tentativa de agressão aconteceu, numa perpendicular à rua de Santa Catarina, por uma mulher que se aproximou de Cristas aos gritos e empurrou-a.

Membros da comitiva do CDS tentaram proteger a presidente, e um deles, Fernando Barbosa, líder da distrital e candidato a deputado do partido pelo círculo do Porto, empurrou a mulher, afastando-a de Assunção Cristas.

No final, a mulher afirmou a jornalistas que tinha empurrado Cristas, gritou-lhes "ladrões", com vários palavrões à mistura: "São uns ladrões, não se aproveita nada. Não gosto dela."

Até ao final da arruada, entre as 18h00 e as 18h45, hoje animada com bombos, rufos e gaita-de-foles, a presidente do CDS nada disse sobre o incidente.

Antes, e perante as críticas, sonoras, de duas mulheres que se queixaram dos cortes nas reformas e nos feriados nos tempos da "troika", de governo PSD/CDS, Assunção Cristas relativizou os protestos.

"Isso tem a ver com o tempo da troika e nós estamos a trabalhar para lá desse tempo", disse, recordando que os centristas querem, por exemplo, uma baixa de impostos que beneficia todos.

E àqueles que a abordam com essas críticas, Cristas descreve que explica isso e tem tido "bom acolhimento".

"Não se pode comparar o tempo da 'troika' com um tempo de normalidade", afirmou ainda.

A arruada da praça da Batalha até à avenida dos Aliados, demorou 45 minutos, partiu com um atraso de uma hora, dado que, à hora marcada, 17:00, eram poucas as pessoas para participar.

Ao contrário do que tem sido habitual, apareceram bombos e gritaram-se palavras de ordem, enquanto Cristas e Cecília Meireles, cabeça de lista do CDS pelo Porto, iam distribuindo panfletos.
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