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Correio da Manhã

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Por cá tudo bem, mas lá fora foi um desastre

Muitos emigrantes não conseguiram exercer o seu direito de voto. Secretária de Estado das Comunidades diz que estiveram desatentos.
Paulo João Santos 31 de Janeiro de 2022 às 08:40
Pirescoxe, em Loures, teve uma votação concorrida
Mesas de voto funcionaram com normalidade e segurança
votação
Proteção especial para receber os votantes infetados com Covid
Afluência na secundária Almeida Garret, em Vila Nova de Gaia
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
General ramalho Eanes, ex-presidente (1976 a 1986), votou
Presidente Marcelo votou em Celorico de Basto
Votação decorreu com normalidade no Funchal
Com 85 anos, António foi votar em Portimão
Eleitor cumpre o seu dever numa mesa em Lisboa
Pandemia levou a cuidados nas mesas de voto
Secção de voto numa escola de Guimarães
Militares na República Centro-Africana votaram
Pirescoxe, em Loures, teve uma votação concorrida
Mesas de voto funcionaram com normalidade e segurança
votação
Proteção especial para receber os votantes infetados com Covid
Afluência na secundária Almeida Garret, em Vila Nova de Gaia
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
General ramalho Eanes, ex-presidente (1976 a 1986), votou
Presidente Marcelo votou em Celorico de Basto
Votação decorreu com normalidade no Funchal
Com 85 anos, António foi votar em Portimão
Eleitor cumpre o seu dever numa mesa em Lisboa
Pandemia levou a cuidados nas mesas de voto
Secção de voto numa escola de Guimarães
Militares na República Centro-Africana votaram
Pirescoxe, em Loures, teve uma votação concorrida
Mesas de voto funcionaram com normalidade e segurança
votação
Proteção especial para receber os votantes infetados com Covid
Afluência na secundária Almeida Garret, em Vila Nova de Gaia
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
Acesso a secção de voto na escola do Bom sucesso, no Porto
General ramalho Eanes, ex-presidente (1976 a 1986), votou
Presidente Marcelo votou em Celorico de Basto
Votação decorreu com normalidade no Funchal
Com 85 anos, António foi votar em Portimão
Eleitor cumpre o seu dever numa mesa em Lisboa
Pandemia levou a cuidados nas mesas de voto
Secção de voto numa escola de Guimarães
Militares na República Centro-Africana votaram
Nem incidentes de relevo nem registo de boicotes. O ato eleitoral decorre dentro da normalidade, com os portugueses a exercerem livremente o seu direito de voto, mesmo os isolados e infetados pela Covid. Já o mesmo não aconteceu com os portugueses espalhados pelo Mundo. De todos os lados choveram protestos de quem queria votar e não conseguiu. Em Espanha, no Luxemburgo, em França, na Suíça, em Angola, um pouco por toda a diáspora houve emigrantes que não conseguiram expressar nas urnas o destino que desejam para o seu País.

A secretária de Estado das Comunidades apontou-lhes o dedo, considerando que não estiveram atentos às comunicações oficiais. “Acontece que algumas pessoas não terão estado atentas e chegaram para votar presencialmente, talvez confundido, por exemplo, com as eleições Presidenciais, em que o voto é presencial”, disse Berta Nunes à Lusa, rejeitando qualquer falta de informação. “Nós atempadamente divulgámos a informação pertinente, ou seja, nas eleições Legislativas o voto é o voto postal, as pessoas que queiram votar presencialmente devem inscrever-se - ou deviam ter-se inscrito - para votar até ao dia 5 de dezembro”, acrescentou a secretária de Estado Berta Nunes. A verdade é que algo falhou na comunicação, tantos os portugueses residentes no estrangeiro que não conseguiram votar. O próprio primeiro-ministro, António Costa, reconheceu que é necessário “melhorar a informação sobre os procedimentos”, lamentando o sucedido.

Os votos dos emigrantes, que elegem quatro deputados, dois pelo círculo da Europa e dois pelo círculo fora da Europa, serão contados apenas no dia 9 de fevereiro, ou seja, dez dias após o ato eleitoral. São considerados todos os boletins que chegarem a Portugal até esse dia. Só então será conhecida a composição completa da próxima Assembleia da República.

Dos vários episódios relatados pelos leitores do CM, um merece particular referência pelo insólito: numa freguesia às portas de Lisboa, os cidadãos votaram numa casa mortuária...
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