12:15 | 29/05
Portugal recebe ajuda para desempregados

Portugal recebe ajuda para desempregados

A Comissão Europeia entregou esta quinta-feira a Portugal uma verba de 2,4 milhões de euros destinada a ajudar 1.549 trabalhadores portugueses da indústria automóvel a encontrar emprego, uma ajuda que faz parte do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) para fazer face às consequências da deslocalização de empresas.
00:30 | 11/04

Bruxelas dá 2,4 milhões a Portugal

O Parlamento Europeu aprovou ontem a atribuição de 2,4 milhões de euros do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização a Portugal. A candidatura portuguesa refere-se a 1549 despedimentos em três empresas do sector automóvel: a fábrica de componentes eléctricas Alcoa Fujikura, do Seixal, a de montagem de comerciais GM Portugal, da Azambuja, e a produção de revestimentos para assentos de automóveis Johnson Controls, de Nelas (Viseu) e Portalegre.<br/><br/>
14:31 | 30/01

UE ajuda trabalhadores despedidos

A Comissão Europeia (CE) aprovou esta quarta-feira um pedido de intervenção de 2,4 milhões de euros do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG), apresentado por Portugal e com o objectivo de ajudar 1549 trabalhadores despedidos da indústria automóvel.
00:00 | 01/03

480 despediram-se da fábrica do Seixal

Quatrocentas e oitenta pessoas, na maioria mulheres e com idades acima dos 40 anos, disseram adeus à fábrica de componentes automóveis Alcoa, no Seixal, que ontem fechou portas, trocando Portugal pela Hungria.
00:00 | 10/02
Ataque ao meixão

Ataque ao meixão

Onze pessoas foram ontem identificadas pela Polícia Marítima na Nazaré por estarem a pescar meixão (enguias-bebé), de madrugada, nos rios Tornada e Alcoa. Trata-se de uma actividade ilegal, mas altamente rentável, que se destina sobretudo a exportação para Espanha.
00:00 | 24/11
Sentimo-nos enganados

Sentimo-nos enganados

São na maioria mulheres, com mais de 40 anos, que, por volta das 16h20, atravessam as portas da fábrica Alcoa, produtora de cablagens para a Autoeuropa, no concelho do Seixal. Elas tentam sorrir, “entrar na brincadeira”, mas não conseguem esconder o “clima de pesadelo” que assolou as suas vidas desde que, na passada terça-feira, foram informadas pela administração sobre o futuro da fábrica.
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