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Correio da Manhã

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Saber mais sobre Ana Alexandra Carvalheira
01:30 | 11/03
Os novos detetives da infidelidade

Os novos detetives da infidelidade

Não usam lupa nem gabardine e só precisam de entrar nas redes sociais do parceiro/a para descobrir se estão ou não a ser traídos.
01:30 | 18/02
O que é ainda erótico na era da tecnologia?

O que é ainda erótico na era da tecnologia?

Terá o progresso tecnológico banalizado o corpo ou mesmo na era das ‘sextings’ enviadas pelos smartphones continua a haver espaço para o erotismo? E o que é que eles e elas gostam mais no outro na hora de seduzir? A dominação leva vantagem.
01:00 | 05/10
Nórdicos têm mais parceiros

Nórdicos têm mais parceiros

A média de parceiros sexuais em países do Norte da Europa, como Noruega (1º lugar), Dinamarca (2º) e Suécia (4º), é superior aos do Sul, como Portugal (19º), Espanha (15º) ou Itália (11º). A conclusão é de um estudo em 23 países, com 24 mil respostas.
00:30 | 19/05
Um clique em busca de prazer

Um clique em busca de prazer

Luís e Janet (nomes fictícios) conheceram-se numa das várias aplicações do Facebook (FB). Trocaram e-mails e começaram a falar no Messenger. Uns dias depois, de novo no FB, fizeram um teste de compatibilidade sexual. Deu 93%, conta Luís. Nessa mesma noite, encontraram-se e fizeram sexo. Nunca mais se viram ou falaram.
00:30 | 04/06
Cibersexo: Um clique para o prazer

Cibersexo: Um clique para o prazer

Em casa, sozinhos, iluminados pela luz do monitor, as conversas entre desconhecidos chegam a atingir temperaturas elevadas. Após algum tempo a escrever no teclado, o desafio de ligar a webcam – câmara de vídeo para uso na internet – surge de uma forma desinteressada, mas com o objectivo de fazer despertar os sentidos. A narrativa erótica, os truques de sedução, a segurança do anonimato e a busca de um prazer sem compromissos fazem o diálogo descambar num acto sexual onde o contacto físico é o menos importante.<br/><br/>
00:00 | 22/10
NET SOLTA SEXO

NET SOLTA SEXO

O anonimato garantido pelo sexo na Internet tem um papel libertador e desinibidor para a maioria dos portugueses que acedem a ‘chat-rooms’ sexuais, segundo um estudo de uma investigadora portuguesa publicado recentemente numa revista científica americana.
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