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EUA apoiam combate à SIDA em Moçambique com mais 404 milhões de dólares

Desde 2004, os Estados Unidos já enviaram 5 mil milhões de dólares para ajudar a combater a doença.
Lusa 24 de Maio de 2022 às 10:58
Sida
Sida FOTO: Getty Images
Os Estados Unidos anunciaram, esta terça-feira, um investimento de 404 milhões de dólares no combate à SIDA em Moçambique, elevando para quase 5 mil milhões de dólares o valor total da ajuda neste contexto, desde 2004.

"Em apoio ao Plano Estratégico Nacional de Moçambique para o HIV e ao Pedido de Financiamento do Fundo Global, o Plano de Emergência do Presidente do Governo dos Estados Unidos para o Alívio da SIDA (PEPFAR) Plano Operacional do País (COP) para outubro de 2022 até setembro de 2023 centra-se em esforços acelerados para identificar e tratar crianças, adolescentes, homens jovens, populações vulneráveis, e outras pessoas a viver com HIV", lê-se no comunicado que anuncia a nova tranche do apoio.

O plano visa também "investimentos estratégicos para maximizar o impacto do programa, bem como uma melhor qualidade de implementação e experiência do paciente a nível do local; e parcerias reforçadas com o governo, parceiros multilaterais, e a sociedade civil", lê-se num comunicado distribuído esta terça-feira em Maputo.

"Este plano, que totaliza 404 milhões de dólares [377 milhões de euros], eleva o investimento total do governo dos E.U.A. na resposta ao HIV em Moçambique para 4,9 mil milhões de dólares [4,5 mil milhões de euros] desde 2004", acrescenta-se no texto, que explica que "o objetivo dos programas COP22 é levar Moçambique a alcançar as metas do UNAIDS 95-95-95, onde 95% das pessoas que vivem com o HIV estão conscientes do seu estado, 95% dos quais testaram positivos estão em tratamento, e 95% das pessoas em tratamento têm uma carga viral indetetável", segundo o texto.

"O plano COP22 representa o nosso compromisso comum de alcançar o controlo da epidemia, colocando 1,9 milhões de moçambicanos em tratamento que salve vidas nos próximos 18 meses", disse o Embaixador dos EUA em Moçambique, Peter H. Vrooman, citado no comunicado.

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