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Empresa de segurança privada desmente discriminação racial em resgates no norte de Moçambique

"A maioria das pessoas que resgatámos durante 10 dias de operações em Palma eram de nacionalidade moçambicana", defendeu a Dick Advisory Group.
Lusa 14 de Maio de 2021 às 18:04
Palma, Moçambique
Palma, Moçambique FOTO: Getty Images
A empresa de segurança privada sul-africana Dick Advisory Group (DAG) divulgou esta sexta-feira números para desmentir acusações da Amnistia Internacional de discriminação racial nos resgastes à vila de Palma, norte de Moçambique, após o ataque de rebeldes, a 24 de março.

"A maioria das pessoas que resgatámos durante 10 dias de operações em Palma eram de nacionalidade moçambicana", sendo que "das 240 pessoas que conseguimos pôr em segurança na península de Afungi, apenas 12 eram brancas, incluindo dois corpos que recuperámos para que pudessem ser devolvidos às famílias", anunciou em comunicado.

A Aministia Internacional pediu na quinta-feira uma investigação ao caso após ter recebido testemunhos de racismo (a partir de 11 entrevistas) nas ações de resgate de civis do hotel Amarula pela DAG, empresa que apoiou até final de março as tropas moçambicanas.

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