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PM da Guiné-Bissau pede a sindicatos para acabarem com greve

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau iniciou quarta-feira mais um período de greve de 15 dias.
Lusa 5 de Agosto de 2021 às 17:09
Nuno Gomes Nabiam
Nuno Gomes Nabiam FOTO: Lusa
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, pediu esta quinta-feira aos sindicatos para acabarem com a greve e para colocarem os interesses do país em primeiro lugar.

"Peço aos sindicatos para acabarem com a greve. O interesse do país diz respeito a todos. Estamos numa situação difícil", afirmou o primeiro-ministro guineense.

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau iniciou quarta-feira mais um período de greve de 15 dias.

A principal central sindical do país tem convocado, desde dezembro, ondas de greves gerais na função pública, para exigir do Governo, entre outras reivindicações, a exoneração de funcionários contratados sem concurso público, melhoria de condições laborais e o aumento do salário mínimo dos atuais 50.000 francos cfa (76 euros) para o dobro.

Nuno Gomes Nabiam falava aos jornalistas depois de ter participado enquanto presidente da Assembleia do Povo Unido -- Partido Democrático da Guiné-Bissau, na reunião da comissão permanente do partido.

Segundo o comunicado final da comissão permanente, ficou decidido que todos os militantes devem proceder ao pagamento de quotas.

A comissão permanente decidiu também convocar para 04 de setembro a reunião da comissão política nacional, devendo o conselho nacional reunir-se até ao final de setembro.

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