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Correio da Manhã

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Brett Kavanaugh mais perto do Supremo Tribunal dos Estados Unidos

Comité Judiciário do Senado aprovou o candidato, mas emitiu um pedido para que o FBI investigue as acusações de abuso sexual.
28 de Setembro de 2018 às 19:30
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh é a escolha de Trump para juiz do Supremo nos EUA
Brett Kavanaugh e Donald Trump
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh é a escolha de Trump para juiz do Supremo nos EUA
Brett Kavanaugh e Donald Trump
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh é a escolha de Trump para juiz do Supremo nos EUA
Brett Kavanaugh e Donald Trump
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh
Brett Kavanaugh passou o primeiro teste a caminho de se sentar enquanto juiz no Supremo Tribunal dos Estados Unidos. O Comité Judicial do Senado aprovou o candidato - 11 republicanos deram luz verde e 10 votaram contra - no entanto, expressou o pedido de que o FBI conduza uma investigação sobre as alegações de agressão sexual antes que o Senado inteiro proceda aos votos, de acordo com o jornal USA Today.

A confirmação do Comité deixa assim o candidato escolhido por Trump mais próximo de se sentar no mais alto tribunal dos Estados Unidos, no qual desempenhará o lugar de juiz de vitalício.

A votação aconteceu um dia depois de ter sido ouvida no senado uma psicóloga que acusa o juiz de a ter tentado violar na adolescência.

Com o voto favorável da Comissão, o caso passa agora para o Senado, onde os republicanos têm uma curta maioria de 51 contra 49.


"Deixei a audiência de ontem [quinta-feira] com tantas dúvidas quanto certezas. Aquilo de que tenho a certeza é que o nosso sistema judiciário garante a presunção de inocência às pessoas acusadas, na ausência de provas verificáveis", indicou Jeff Flake, senador eleito pelo Arizona, que estava indeciso e era considerado um elemento preponderante na votação.

Após o senador Jeff Flake ter declarado que ia votar a favor de Kavanaugh, várias mulheres tentaram bloquear a sua saída do gabinete, pressionando-o para que mudasse de opinião. "Olhe para mim quando falo consigo. Está a dizer-me que ter sido agredida sexualmente não conta", disse uma das mulheres ao senador norte-americano.

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