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Com vacinação encaminhada, é tempo de reparar tecido social da União Europeia , diz Ursula von der Leyen

"Obrigado António Costa por acolher a Cimeira Social", adiantou a presidente da Comissão Europeia.
Lusa 7 de Maio de 2021 às 11:37
Ursula von der Leyen
Ursula von der Leyen FOTO: Lusa
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse esta sexta-feira que, com a "vacinação encaminhada", é altura de "reparar o tecido social" da União Europeia (UE), agradecendo à presidência portuguesa do Conselho por organizar a Cimeira Social.

"Como a vacinação está bem encaminhada, à medida que regressamos à nossa vida normal, é tempo de reparar o nosso tecido social, danificado pela crise", escreveu Ursula von der Leyen na rede social Twitter.

A responsável, que está no Porto para participar na Cimeira Social organizada pela presidência portuguesa da UE, acrescentou que os líderes europeus estão hoje reunidos "para construir uma Europa social forte".

"Obrigado António Costa por acolher a Cimeira Social", adiantou Ursula von der Leyen.

A Cimeira Social decorre hoje no Porto com a presença de 24 dos 27 chefes de Estado e de Governo da União Europeia, reunidos para definir a agenda social da Europa para a próxima década.

Também presentes no evento, que decorre em formato 'online' e presencial na Alfândega do Porto, estão os presidentes do Parlamento Europeu, David Sassoli, do Conselho Europeu, Charles Michel, e da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assim como os vice-presidentes executivos da Comissão Margrethe Vestager e Valdis Dombrovskis, o Alto Representante Josep Borrell e os comissários Elisa Ferreira, Mariya Gabriel e Nicolas Schmit, além de outros líderes políticos e institucionais, parceiros sociais e sociedade civil.

Definida pela presidência portuguesa como ponto alto do semestre, a Cimeira Social tem no centro da agenda o plano de ação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais, apresentado pela Comissão Europeia em março, que prevê três grandes metas para 2030: ter pelo menos 78% da população empregada, 60% dos trabalhadores a receberem formação anualmente e retirar 15 milhões de pessoas, cinco milhões das quais crianças, em risco de pobreza e exclusão social.

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