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Correio da Manhã

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Dois polícias que enfrentaram apoiantes de Trump na invasão ao Capitólio dos EUA matam-se

Agentes foram chamados a testemunhar no comité de investigação à invasão de 5 de janeiro.
Pedro Zagacho Gonçalves(pedrogoncalves@cmjornal.pt) 3 de Agosto de 2021 às 09:25
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
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Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
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Apoiantes de Trump invadem Capitólio
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Apoiantes de Trump invadem Capitólio

As autoridades norte-americanas confirmaram que dois polícias que responderam à invasão e ataque ao Capitólio, por parte de apoiantes de Donald Trump. Este é o quarto caso de suicídio entre agentes da Polícia Metropolitana e da Polícia do Capitólio desde o episódio de violentos tumultos que deixaram um rasto de destruição em Washington DC, cinco mortos e 138 polícias feridos.

A Polícia Metropolitana confirmou ao WUSA9 a morte do agente Kyle DeFreytag, dias depois da família de outro agente, Gunther Hashida, dar a notícia de que se tinha matado (a 29 de julho).

"Estou a escrever para dar conta da notícia trágica da morte do agente Kyle DeFreytag, do 5.º distrito, que foi encontrado morto na noite passada", escreveu o chefe da Polícia Metropolitana, Robert J Contee III.

O primeiro caso aconteceu com Howard Liebengood, que se matou três dias depois da violenta invasão ao Capitólio dos EUA. Seguiu-se o caso trágico de Jerry Smith, a 15 de janeiro.

Os dois últimos casos surgem uma semana depois de vários agentes da Polícia Metropolitana e da Polícia do Capitólio serem chamados a testemunhar no Congresso, perante o comité que investiga a invasão do Capitólio.

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