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Especialista revela três mitos sobre brinquedos sexuais que muitas mulheres acreditam serem verdade

Nadia afirma não entender por que motivo existe tanta vergonha associada ao uso de brinquedos sexuais.
Correio da Manhã 8 de Fevereiro de 2021 às 14:20
Nadia Bokody
Vibradores de Bokody
Nadia Bokody
Nadia Bokody
Nadia Bokody
Vibradores de Bokody
Nadia Bokody
Nadia Bokody
Nadia Bokody
Vibradores de Bokody
Nadia Bokody
Nadia Bokody
No que toca à sexualidade, os brinquedos sexuais são muitas vezes tabu na sociedade. Nadia Bokody, escritora e jornalista que se especializou no tema da sexualidade, revela três mitos sobre este tipo de brinquedos que muitas mulheres acreditam serem verdade. 

Nadia afirma que as mulheres devem perder a vergonha que sentem ao usar um vibrador. A especialista em sexo afirma que inicialmente achava que possuir um brinquedo sexual era um "ato trágico reservado a solteiras desesperados e incapazes de encontrar um homem". 

Porém, desde que começou a debruçar-se sobre a questão, Nadia afirma não entender por que motivo existe tanta vergonha associada. Este é o primeiro mito: os vibradores diminuem a sensibilidade.

"Sinto que todas as mulheres deviam experienciar o êxtase não adulterado de orgasmos sob encomenda", escreveu no site australiano news.com.au. 

"Investir num vibrador é o primeiro passo para o empoderamento feminino", acrescenta negando a tese que diminui a sensibilidade. Bokody explica que o que acontece é que as mulheres acabam por se conhecer melhor e àquilo que lhes dá prazer. 

Segundo mito: Os brinquedos sexuais são uma ameaça para os homens.

Bokody afirma que só os homens inseguros se poderão sentir ameaçados por brinquedos sexuais.

"Falo enquanto mulher que vive uma relação feliz há quatro anos anos, se o vosso parceiro sexual é confiante de si e das suas qualidades no quarto, ele não se sentirá ameaçado", garante. 

Contrariamente ao que se possa pensar, homens confiantes sentir-se-ão sim estimulados e não ameaçados com a presença de brinquedos sexuais na vida de uma mulher. 

Terceiro mito: O vibrador é viciante. Bokody garante que não importa o número de vezes que uma mulher usa o vibrador, seja uma vez por semana ou várias.

"Não existe um número correto de vezes para o seu corpo sentir prazer dentro de um determinado período de tempo", justifica.

"A menos que ligue para o trabalho para dizer que está doente para ficar em casa com o vibrador, com frequência suficiente para poder perder o emprego", adverte.
Nadia Bokody questões sociais crime lei e justiça
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