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Correio da Manhã

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EUA investigam origem da síndrome de Havana

Mais quatro diplomatas com síndrome de Havana.
Manuela Guerreiro 15 de Janeiro de 2022 às 07:50
Antony Blinken quer saber quem está por detrás da disseminação da doença
Antony Blinken quer saber quem está por detrás da disseminação da doença FOTO: Direitos reservados/Reuters
Mais quatro diplomatas norte-americanos que trabalham em Genebra e em Paris foram diagnosticados com a doença neurológica conhecida como síndrome de Havana. Nos últimos cinco anos, já foram afetadas por esta doença misteriosa cerca de 200 pessoas, sobretudo funcionários de embaixadas norte-americanas e respetivos familiares.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que Washington está a investigar a doença e a tentar perceber quem está por detrás da sua disseminação.

A síndrome de Havana surgiu pela primeira vez em Cuba, em 2016, e afetou diplomatas, espiões, funcionários e familiares norte-americanos bem como funcionários diplomáticos do Canadá. Entre os sintomas destaque para vertigens, lapsos de memória, dores de cabeça e náuseas. Os últimos casos surgiram em locais onde decorreram negociações entre EUA e Rússia sobre a Ucrânia.

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