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Correio da Manhã

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Gémeos salvam-se por estarem abraçados dentro do útero

Rowan e Blake corriam o risco de se estrangularem antes de nascer.
31 de Janeiro de 2017 às 19:00
Os bebés Rowan e Blake corriam risco de vida por estarem no mesmo saco amniótico durante a gestação. Os gémeos estavam numa condição rara e de alto risco, em que é comum um dos bebés morrer devido ao entrelaçamento dos cordões umbilicais. A taxa de mortalidade de uma das crianças nestes casos é de 50%.

A verdade é que estes gémeos deram uma grande alegria à mãe Hayley Lampshire, de 27 anos, por se terem mantido quietos e abraçados até ao momento do parto.

A educadora de infância de Oxford, Reino Unido, e o marido Charlie casaram em 2015 e souberam da gravidez alguns meses depois da cerimónia.

"Quando fizemos o exame de rotina às 12 semanas de gestação, descobrimos que eram gémeos e ficamos completamente em choque, já que não sabíamos como iríamos cuidar de dois bebés. Na mesma ocasião soubemos que seria uma gravidez de risco e uma semana depois fomos a um especialista que confirmou a gravidez monocoriónica e monoamniótica", contou a mãe ao jornal The Mirror.

Este tipo de gravidez é muito rara e envolve grande perigo para os bebés que partilham a mesma placenta e a mesma membrana amniótica. O risco de um dos fetos morrer devido ao entrelaçamento dos cordões é muito elevado.
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