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Harry pede em Angola "esforços redobrados" para deixar as minas nos livros de História "para sempre"

Harry percorreu alguns metros da rua 28 de maio, um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos.
Lusa 27 de Setembro de 2019 às 14:46
Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos
 Harry percorreu um antigo campo de minas que Diana atravessou há 22 anos

O príncipe Harry pediu esta sexta-feira, no Huambo, no mesmo local que a mãe visitou em 1997, "esforços redobrados" no combate às minas antipessoais, para que estas armas fiquem "para sempre" nos livros de História.

O duque de Sussex, filho mais novo de Diana de Gales, a princesa que chamou a atenção da comunidade internacional para as vítimas inocentes deste material bélico, chegou hoje ao Huambo para o segundo dia da sua visita a Angola, seguindo os passos da mãe.

Harry percorreu alguns metros da rua 28 de maio, um antigo campo de minas que Diana atravessou, falou com algumas mulheres que participam em operações de desminagem, agradecendo-lhe em português e dirigiu-se aos populares que o aguardavam, junto à árvore icónica onde a "Princesa do Povo" se sentou aquando da sua visita ao mesmo local, há 22 anos.

"Vamos acabar o que foi começado e redobrar os nossos esforços. Vamos pôr esta arma nos livros de História para sempre", apelou o príncipe.

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