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Correio da Manhã

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Pai drogou as filhas antes de as matar e atirar corpos ao mar em Tenerife

Corpo da pequena Olivia, de seis anos, foi encontrado quinta-feira. A irmã, Anna, de apenas um ano, ainda está desaparecida.
Ricardo Ramos 12 de Junho de 2021 às 10:05
Tomás, o pai das crianças
Irmãs estavam desaparecidas desde 27 de abril
Navio hidrográfico faz buscas ao largo de Tenerife
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A descoberta do corpo da pequena Olivia ao largo da ilha espanhola de Tenerife, na quinta-feira, confirmou as piores suspeitas das autoridades que há mês e meio investigavam o desaparecimento da menina de seis anos e da irmã, Anna, de um ano. Ao contrário da mãe das crianças, que sempre se agarrou à esperança de que o ex-companheiro tivesse encenado o crime e fugido com as meninas para outro país, a Guardia Civil sempre privilegiou a teoria de que as irmãs tinham sido assassinadas pelo pai. As autoridades acreditam que Tomás Gimeno, de 37 anos, drogou e asfixiou as meninas até à morte em sua casa antes de as atirar ao mar como vingança por a ex-mulher ter arranjado um novo companheiro.

O trágico desfecho do caso emocionou quem nas últimas semanas acompanhou com angústia o sofrimento de Beatriz, a mãe das crianças, que fez vários apelos públicos a Tomás para devolver as meninas.

Sabe-se agora que as crianças estariam mortas desde o primeiro dia. As câmaras da marina local mostram Tomás a embarcar sozinho no seu barco com vários sacos de desporto grandes. O corpo de Olivia foi encontrado dentro de um destes sacos por um robô submarino a mil metros de profundidade. As autoridades acreditam que os corpos de Anna e Tomás estarão por perto.n
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