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Pelo menos três crianças entre os novos mortos em ataque à bomba na mesquita de Al-Aqsa em Israel

Ministério da Saúde palestino informou que, até agora, estão registados, pelo menos 20 mortes.
Correio da Manhã 10 de Maio de 2021 às 16:53
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Palestinianos disparam ‘rockets’ contra Jerusalém. Parlamento judaico evacuado

Pelo menos 20 palestinianos, incluindo crianças,  foram mortos em ataques aéreos, na Faixa de Gaza, em Israel, depois do movimento islamista palestino Hamas ter lançado centenas de foguetes em direção a Israel, avança o Ministério da Saúde palestino.

As forças israelita invadiram o complexo da mesquita de Al-Aqsa, disparando balas revestidas de borracha, gás lacrimogéneo e bombas contra fiéis palestinianos, ferindo centenas de pessoas.

Estão pelo menos três crianças entre o número de mortos em ataque à bomba na mesquita de Al-Aqsa e, segundo o jornal israelita Haaretz, o porta-voz do ministério palestino da saúde em Gaza informou que, até agora, estão registados, pelo menos, vinte mortes após o lançamento de foguetes na área de Jerusalém e no sul de Israel.

O Exército de Israel informou que lançou ataques aéreos contra Gaza, tendo atingido e matado um comandante do Hamas, em resposta aos foguetes disparados pelo Hamas após o ataque de Israel ao complexo da mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém.

Um grande incêndio deflagorou na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, visível de várias partes da cidade.

O fogo ocorreu após as forças de segurança israelitas invadirem o complexo.

Pelo menos quatro ‘rockets’ foram disparados a partir da Faixa de Gaza contra Jerusalém por militantes palestinianos do Hamas.

A ação terá sido tomada em retaliação pelo raid israelita que feriu cerca de 300 palestinianos junto à mesquita de al-Aqsa.

O ataque provocou o encerramento e evacuação do Knesset, o parlamento judaico.

Senador dos EUA pede fim aos ataques em Jerusalém

O senador dos Estados Unidos, Chris Murphy, expressou "grande preocupação" com a violência em Jerusalém.

"Esse constante aumento da violência pode servir a interesses políticos, mas, em última análise, pode levar ao caos e, em última instância, fará com que muitas pessoas sejam mortas", alertou o senador numa teleconferência com repórteres em Washington.


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