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Papa Francisco beija tatuagem de sobrevivente do Holocausto feita em campo de concentração

Padre revelou a história de Lidia Maksymowicz, que esteve no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, ao Sumo Pontífice.
Correio da Manhã 26 de Maio de 2021 às 12:32
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Papa beija tatuagem de sobrevivente do Holocausto feita em campo de concentração
O Papa Francisco recebeu em audiência, esta quarta-feira, um padre polaco acompanhado por uma sobrevivente do Holocausto. O padre contou a história de Lidia Maksymowicz, que esteve no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, ao Papa, que se inclinou para beijar o número que a mulher tem tatuado no braço – 70072.

Lidia respondeu com um abraço ao Sumo Pontífice. 

Segundo a Agência Reuters, a mulher terá 81 anos e tinha apenas dois quando foi retirada de casa com a família, da Bielorrússia, e enviada para o campo de concentração nazi. A menina foi enviada para uma zona destinada a crianças, onde estas eram submetidas às experiências médicas de Josef Mengele, que ficou conhecido como o "Anjo da morte de Auschwitz". 

Após a libertação do campo de concentração, em 1945, os soldados russos assumiram que a mãe de Lidia estaria morta e a menina foi adotada e criada por uma família polaca católica. Anos mais tarde, Lidia viria a descobrir quem a mãe também tinha sobrevivido e as duas reuniram-se pouco antes da morte da progenitora, no início de 1960.

A história de Lidia está contada no documentário "70072: The Girl Who Couldn't Hate. The true story of Lidia Maksymowicz".

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