Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
6

Proud Boys, um dos grupos de extrema-direita na origem da violenta invasão ao Capitólio nos EUA

Apoiantes de Donald Trump tinham prometido uma mobilização "sem precedentes". Milhares foram convocados através das redes sociais.
Correio da Manhã 6 de Janeiro de 2021 às 21:03
Apoiantes de Donald Trump tinham prometido uma mobilização 'sem precedentes'. Milhares foram convocados através das redes sociais
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Donald Trump tinham prometido uma mobilização 'sem precedentes'. Milhares foram convocados através das redes sociais
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Donald Trump tinham prometido uma mobilização 'sem precedentes'. Milhares foram convocados através das redes sociais
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Apoiantes de Trump invadem Capitólio
Os Estados Unidos estavam avisados, as altas instâncias tinham recebido o alerta e estavam a par da possível manifestação pró-Trump à porta do Capitólio esta quarta-feira. As redes sociais foram o meio mais utilizado pelos apoiantes pró-Trump para divulgar o evento que resultou numa invasão histórica ao coração da democracia norte-americana.

O grupo de extrema-direita Proud Boys, apoiantes de Donald Trump, foi um dos grupos envolvidos na divulgação e radicalização desta manifestação. O líder do grupo foi preso pela polícia na passada segunda-feira, acusado de queimar a bandeira de uma igreja histórica frequentada por negros.

A Guarda Nacional foi ativada para Washington e para as imediações do Capitólio mas foi efetivamente insuficiente para os milhares de manifestantes em fúria que irromperam pelo edifício e destruíram janelas e portas para conseguirem entrar.

Os manifestantes conseguiram impedir a certificação oficial do resultado das eleições presidenciais norte-americanas, que davam vitória para o candidato democrata Joe Biden.

O líder dos Proud Boys tinha 'avisado' que o grupo estaria presente na manifestação, sem a habitual indumentária preta e amarela, e que se iriam fazer notar em "número sem precedentes". O próprio presidente dos EUA, Donald Trump, tem inflamado ainda mais o ambiente em torno das eleições, não assumindo a derrota.

Durante as manifestações desta quarta-feira, pelo menos uma mulher ficou em estado crítico após ser baleada no pescoço. Foi transportada para o hospital com ferimentos graves.

Depois da invasão ao Capitólio, em Washington D.C., foi decretado recolher obrigatório no Estado.
Ver comentários