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Sabe que um cachorro lhe pode tirar até 36 minutos de vida? Estudo revela alimentos que o levam a viver mais tempo

Estudo norte-americano revela alimentos que podem diminuir ou aumentar a longevidade.
Correio da Manhã 20 de Agosto de 2021 às 15:08
Estudo norte-americano revela alimentos que podem diminuir ou aumentar a longevidade
Estudo norte-americano revela alimentos que podem diminuir ou aumentar a longevidade FOTO: Underground Mob

Consumir um cachorro quente pode tirar até 36 minutos de vida, enquanto a manteiga de amendoim pode acrescentar mais de meia hora na vida a um ser humano. As conclusões são de um estudo promovido pela Universidade do Michigan, em que especialistas analisaram a carga nutricional e pegada de carbono de determinados alimentos.

O estudo publicado na ‘Nature Food’, revela que se alguns alimentos podem tirar tempo de vida, outros podem aumentar a longevidade de uma pessoa. Entre as refeições com mais malefícios para a saúde estão os cachorros quentes, as pizzas e todas aquelas que contêm bacon ou queijo cheddar. Estas refeições podem diminuir ainda mais o tempo de vida dos consumidores, especialemente se acompanhadas de refrigerantes.

Os autores do estudo defendem que "61 gramas de carne processada num cachorro quente resultam em 27 minutos de vida saudável perdidos devido apenas a essa quantidade de carne processada", mas, ao considerar ainda outros fatores de risco dos alimentos que compõem esta refeição, "chegamos ao valor final de 36 minutos de vida saudável perdidos por cada cachorro quente".

Relativamente aos alimentos que aumentam a longevidade, as nozes podem acrescentar mais 26 minutos de vida. A manteiga de amendoim e as sandes de geleia foram também indicadas como benéficas para a saúde, dando mais de 30 minutos de vida a cada consumidor. Os especialistas recomendam ainda ingerir salmão e frutas como banana e abacate.

Para este estudo, foram analisados quase 6 mil casos para descobrir a influência direta de várias refeições, alimentos e bebidas. Os cientistas esperam que estas conclusões motivem as pessoas a fazer escolhas mais saudáveis na alimentação. "A urgência de mudanças dietéticas para melhorar a saúde humana e o meio ambiente é clara", garante o Prof Olivier Jolliet, um dos autores do estudo citado pelo The Sun.



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