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Carlos Rodrigues

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Tem lógica a opção do PSD de ir sozinho a votos. Fazer listas conjuntas seria, na prática, uma ajuda ao CDS.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 8 de Dezembro de 2021 às 00:33
Descontando a histórica bengala comunista da CDU, as Legislativas não vão ter coligações.

Tem lógica a opção do PSD de ir sozinho a votos. Fazer listas conjuntas seria, na prática, uma ajuda ao CDS, e também um desperdício de lugares aos olhos dos militantes sociais-democratas.

O CDS não parece capaz de fugir à irrelevância. A guerra intestina dilacerou o partido e o líder confirmou a falta de dimensão. Os centristas poderão reduzir-se a não mais que uma mão cheia de deputados.

E, assim, o Conselho Nacional do PSD deu-nos três notícias principais: o partido une-se em redor de Rio, porque o poder parece possível; o CDS fica mais perto da extinção; e a direita terá a 30 de janeiro uma eleição clarificadora. Todos os partidos vão saber qual a verdadeira representatividade na sociedade portuguesa.
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