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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Rodrigues

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Afinal é fácil isolar os energúmenos que pululam, quais parasitas, em redor do futebol.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 17 de Maio de 2022 às 00:33
Após mais um dia de diligências no aparentemente intrincadíssimo caso judicial da morte do jovem Igor, esfaqueado nos festejos depois do clássico, eis que chega a altura certa para fazer um balanço do que se passou este fim de semana no Porto, com os festejos e a receção da equipa na Câmara Municipal da cidade.

E aí, há uma conclusão que se impõe: o trabalho da PSP foi exemplar, e garantiu a segurança e a tranquilidade públicas, como compete a qualquer corpo policial moderno. Não era fácil. Os sinais de perigo multiplicaram-se. A tensão entre gangs rivais, a violência nos dias antecedentes, e a dispersão dos festejos por vários locais da cidade apontavam para uma noite de nervos no sábado passado. Ora, a forma ordeira e pacífica como tudo decorreu acabou por ser uma lição de civismo.

Afinal é fácil isolar os energúmenos que pululam, quais parasitas, em redor do futebol.
Igor Porto crime lei e justiça questões sociais polícia desporto política futebol autoridades locais
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