Barra Cofina

Correio da Manhã

Opinião
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Rodrigues

Bilhete Postal

É difícil entender a prioridade dada pelo Parlamento à lei da eutanásia.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 10 de Junho de 2022 às 00:33
É difícil entender a prioridade dada pelo Parlamento à lei da eutanásia. Se há matéria que convoca as convicções mais íntimas de cada ser humano é a decisão de morte em circunstâncias extremas. Mas a legalização agora aprovada é uma espécie de anacronismo histórico.

Há um ano, o Mundo proporcionava aquilo que, à época, se chamava de causas fraturantes. Foi nesse contexto histórico, e de mentalidade eufórica da civilização, digamos assim, que o tema se desenvolveu. Ora, a realidade mudou de tal forma que soa estranho, incomoda-nos, arrepia até, um pouco, ver como a casa da democracia insiste neste tema.

Para lá das convicções, as leis têm também um tempo onde se encaixam, ou não. Quanto mais não seja por isso, impõe-se a intervenção decisiva do Presidente Marcelo.
Mundo Postal Parlamento questões sociais
Ver comentários