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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Rodrigues

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Nesta fase, é justamente em Moscovo que reside a esperança de vir a ser colocado um ponto final na loucura de Putin.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 22 de Setembro de 2022 às 00:33
Ninguém quer correr o risco de descobrir se as armas nucleares russas funcionam de forma mais eficaz do que o seu exército clássico.
Porém, o simples facto de uma nação como a Rússia ter ao leme alguém capaz de ameaçar o mundo com uma guerra atómica é fator mais do que suficiente para desfazer qualquer dúvida sobre esta guerra.

Haja o que houver, Putin tem de perder. Putin, e não a Rússia, porque há uma diferença substancial, e a Rússia há de reerguer-se.
Mas a ameaça nuclear também amedronta, seguramente, os círculos íntimos do poder da oligarquia de Moscovo.

E, nesta fase, é justamente em Moscovo que reside a esperança de vir a ser colocado um ponto final na loucura de Putin.

Se ainda restar alguma racionalidade, o discurso de ontem foi o primeiro passo nessa direção.
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