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Carlos Rodrigues

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A política portuguesa está transformada numa valsa a três tempos.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 29 de Setembro de 2022 às 00:33
A política portuguesa está transformada numa valsa a três tempos.

O primeiro tempo é o andamento imparável de Marcelo, que passou ao ataque assim que sentiu a fragilidade do adversário.

O Presidente aproveita cada aparição pública para insistir nos alertas sobre a incerteza, a crise de dimensão incalculável e as dificuldades que a economia vai atravessar.

Depois, entra o primeiro-ministro, compasso mais frágil, mas sempre no seu jeito otimista. Costa, o Fazedor. Obras, TGV, pensões, subsídios e o que mais se há de ver.

Mas Costa parece navegar contra a corrente. Quando o Governo e o PS entram em ação, logo surge o rol de balbúrdias, omissões, erros e descoordenações.

Até na mera atuação parlamentar, sempre enquadrada na maioria supostamente confortável, é difícil perceber o que se passa no interior deste Executivo desgovernado.
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