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Acácio Pereira

Aquela máquina...

Ministro sabe que há poucos inspetores. Na velha Regisconta é que os homens eram máquinas...

Acácio Pereira 10 de Novembro de 2014 às 00:30

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como vivemos em sociedade, nomeadamente em termos de segurança de pessoas e bens. Além de uma maior capacidade de análise e de investigação de fenómenos criminais, o uso das ferramentas tecnológicas garantiu maior eficiência no trabalho das forças e dos serviços de segurança no contexto operacional diário.

Devemos, porém, ter cuidado em não atribuir à tecnologia a solução de todos os problemas. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras – SEF é um dos que melhor sabem usar a tecnologia ao seu dispor. Com isso ganhou o cidadão que utiliza as fronteiras eletrónicas (vulgo RAPID), que solicita o passaporte eletrónico ou uma autorização de residência sem sentir que a sua segurança fica em causa. Mais do que na tecnologia que é potenciada, a chave desta eficácia está nos inspetores do SEF que a sabem utilizar e que se dedicam à sua missão de segurança com uma dedicação e competência inigualáveis.

O problema está em que são poucos e, como o ministro Miguel Macedo bem sabe, são poucos há demasiado tempo. Apenas na velha Regisconta é que os homens eram máquinas…

Serviço de Estrangeiros e Fronteiras SEF Miguel Macedo
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