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Almeida Henriques

7 Razões

Ter um líder inteligente, politicamente apto, experiente e aberto será uma sorte e um fator de coesão.

Almeida Henriques 19 de Janeiro de 2016 às 00:30
A ideia de que as "Presidenciais" são "favas contadas" é tão perversa quanto a de que nesta eleição se joga "a segunda volta" das legislativas. Nem uma nem outra coisa são justas. A desvalorização da eleição presidencial é uma menorização da própria função e do ato democrático – de escolher. Motivo de sobra para que traga às ‘Terras do Demo’ as razões que me farão votar em Marcelo Rebelo de Sousa, por cuja candidatura nunca escondi a minha preferência, mesmo antes de existir. São razões centradas na pessoa e no que é hoje o País.

1. Carisma. É um dom de Marcelo. Popular, mas não demagógico. Respeitado, mas não temido. Magnético, mas não vaidoso nem dogmático. A política pede boas lideranças, e o País ainda mais.

2. Clarividência. É uma característica do "comentador" que pode valer tudo num momento complexo e imprevisto como o que vivemos. A capacidade analítica será um trunfo presidencial.

3. Afetos. O "professor" é um homem de afetos. Inteligente e cerebral, é também sensível e simples. Um político com coração de carne. O humanismo e a proximidade são marcas suas.

4. Diálogo. Nenhum outro candidato tem a capacidade de diálogo, de escuta e criação de consensos. A sua transversalidade cultural e política faz dele o homem certo no momento certo.

5. Experiência. É um líder experiente, em momentos difíceis da nossa democracia. Liderou a Oposição no seu partido, sabendo negociar com princípios e ponderação.

6. Moderação. "Sou um moderado. Penso que Portugal precisa de moderação", disse o candidato há dias em Viseu. Touché! O radicalismo e sectarismo (que outros evidenciam) seriam um veneno mortal no País atual. Ao Presidente cabe a função de moderar e encontrar equilíbrios construtivos.

7. Unidade. Ter um líder inteligente, politicamente apto e humanamente solidário, experiente e aberto será uma sorte e fator de coesão.
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