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António Jaime Martins

Servem para quê?

Não percebo a existência de monopólios nos dias de hoje.

António Jaime Martins 14 de Junho de 2017 às 00:30
Não conheço ninguém que tenha sucesso na vida sem trabalho árduo e dedicação à causa. Podia dar muitos e bons exemplos disto mesmo, de amigos ou meros conhecidos, mas para não ferir suscetibilidades, refiro apenas duas figuras públicas de aceitação generalizada: o atual Presidente da República e o melhor jogador de futebol da atualidade.

Ambos portugueses de nomeada que não regateiam esforços para atingir os seus objetivos. E por isso percebo a justeza do reconhecimento desse esforço, seja qual for o campo de atuação e o tipo de reconhecimento, de acordo com os critérios e os padrões de normalidade da sociedade em que nos inserimos.

O que tenho dificuldade em perceber são certos monopólios de serviços e fornecimentos que a democracia portuguesa persiste em conservar para ali compensar a carreira normalmente política de alguns privilegiados que pelo país pouco fizeram que o justifique e que auferem salários milionários e ostensivamente obscenos para o resto da população, quando no fundo se limitam a fazer apenas o que qualquer um de nós faria no seu lugar: vender aos portugueses serviços e bens a preços elevadíssimos sem qualquer concorrência.

Qual é o mérito disto? Nenhum!
Presidente da República economia negócios e finanças interesse humano política questões sociais
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