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António Magalhães

Afinal não é o que parecia

Sporting volta a apostar forte e JJ mantém poder de escolha.

António Magalhães 24 de Junho de 2017 às 00:30
Fazer mais com menos parecia ser o slogan que o Sporting voltaria a adotar esta época depois de um ano que se traduziu por um crescimento exponencial da massa salarial mas que acabou por se revelar um fracasso absoluto.

Comentou-se até que seria Bruno de Carvalho a assumir por inteiro a pasta do mercado e que Jesus teria de comer e calar.

No entanto, quando vemos chegar nomes como Piccini, Mathieu,  Coentrão, Battaglia, Bruno Fernandes e Doumbia não só podemos concluir que, afinal, o Sporting volta a apostar forte e a investir muito como também constatamos que Jesus não perdeu o poder da escolha.

A responsabilidade própria da dimensão do clube, reforçada pela presença do mais caro treinador do futebol português, ainda acrescida pela frustração da época anterior, aumenta com este investimento.

É um novo custo que traduz em termos financeiros o ‘peso’ dos nomes com um histórico desportivo relevante.

Dir-se-á que também no ano passado todos os observadores consideraram que o investimento era acertado e iria compensar. As análises saíram furadas.

Esta época, o discurso pode repetir-se, mas o que definitivamente não pode voltar a acontecer é o Sporting enganar-se pela segunda vez.

A margem de erro é menor, pois, este ano, chegam jogadores de grande maturidade competitiva ao mais alto nível.

Sendo rostos novos, não me parece que venham a ser corpos estranhos. Mas, como sempre, só os resultados o dirão.
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