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António Magalhães

Sem tempo para “perdoar”

Peseiro teve reduzida margem de tolerância em Alvalade.

António Magalhães 3 de Novembro de 2018 às 00:30
Coube a Sousa Cintra tomar a decisão num momento de caos absoluto e José Peseiro regressou a Alvalade 14 anos depois de uma passagem marcada pelo bom futebol e pela frustração de tudo perder na reta da meta. O balanço desse ciclo nunca foi consensual entre os sportinguistas, sobrepondo-se o rótulo do "treinador do quase" pouco favorável à sua imagem.

Esta segunda passagem pelo Sporting não chegou a durar quatro meses. Sabia-se que quem aceitasse o desafio de Cintra, necessariamente teria de ser corajoso e altruísta. E até revelaria alguma… inconsciência. Peseiro foi o escolhido e aceitou uma missão que sabia ser complexa e penosa. Cada jogo seria uma final e cada vitória uma pedra na construção da confiança da equipa e da empatia com os adeptos.

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