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Armando Esteves Pereira

O custo do Novo Banco

Buraco é mais que uma simples operação contabilística.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 29 de Setembro de 2015 às 00:30
As previsões de financiamento do IGCP, a agência que gere a dívida pública portuguesa, provam que o buraco causado pelo adiamento da venda do Novo Banco é mais que uma simples operação contabilística. O empréstimo dos contribuintes pode render juros, mas para acertar as contas é adiada a amortização de 2,2 mil milhões ao FMI e o Estado vai recorrer a mais financiamento, particularmente das famílias.

Não deixa de ser irónico que a pequena poupança tape o buraco originado por uma gestão ruinosa de banqueiros milionários. Mas esse é o fado do contribuinte português, já habituado a pagar as contas dos almoços grátis dos poderosos.
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