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Armando Esteves Pereira

Uma data simbólica

A saída de Fernando Ulrich da liderança executiva do BPI marca mais uma data simbólica.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 27 de Abril de 2017 às 00:31
A saída de Fernando Ulrich da liderança executiva do BPI marca mais uma data simbólica do fim da banca privada portuguesa.

O BPI será cada vez mais uma sucursal de um gigante catalão. Mais um banco que perde o centro de decisão nacional.

O BPI cresceu na década de 90 com as compras em processos de privatização das redes do Fonsecas & Burnay, Borges & Irmão e Banco de Fomento, mas nasceu na década de 1980 com o sonho do seu fundador (Santos Silva) de criar um banco de capitais maioritariamente portugueses, baseado no equilíbrio de vários acionistas.

A verdade é que a economia nacional não gerou condições para manter esse sonho.
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