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Carlos Anjos

O fim da campanha

A cidadania exige participação, mas que está difícil... lá isso está!

Carlos Anjos 22 de Janeiro de 2016 às 00:30
A campanha eleitoral para a Presidência da República não deixará saudades. Foi tão má que não me espantaria que, domingo, a abstenção atinja patamares históricos. Ideias sobre a forma de exercer a Presidência: zero. Desta campanha fica a fixação de Paulo Morais na corrupção, a ideia de Maria de Belém levar os líderes internacionais a almoçar em Lares, as dúvidas de Cândido Ferreira sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa e a incapacidade deste de as explicar.

Também ficou a promessa de Jorge Sequeira fazer dos funcionários de um Lar seus assessores em Belém, o programa de governo de Henrique Neto, as tiradas de Tino de Rans, inclusive a sua noite dormida com sem-abrigo, as dúvidas levantadas sobre a situação militar de Marcelo, o ataque de Paulo Morais a Marisa por não defender o combate à corrupção e o facto de Edgar Lopes criticar o governo pela solução encontrada para o Banif e, em simultâneo, afirmar que viabilizaria o orçamento. Se alguns destes candidatos fossem eleitos, íamos ter legislativas de três em três meses, tal a ligeireza com que demitiriam o governo. E depois disto, surgem os apelos para que o povo vote. A cidadania exige participação, mas que está difícil, lá isso está!
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