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Diana Ramos

Tempestade perfeita

O aumento das matérias-primas essenciais aos bens que consumimos é a nova dor de cabeça.

Diana Ramos 18 de Junho de 2021 às 00:31
A pandemia, além da terrível crise sanitária que provocou, desencadeou efeitos secundários que têm virado de pernas para o ar a economia mundial. Há quem lhe chame a “tempestade perfeita”. O aumento das matérias-primas essenciais aos bens que consumimos é a nova dor de cabeça. Do milho aos cereais, passando pelo cobre ou pelos fios essenciais ao têxtil, todos os setores estão a senti-lo na pele, como noticiou o ‘Negócios’.

Há empresas em risco de parar a produção não por falta de encomendas mas por dificuldades em arranjar matéria-prima. A maioria das empresas está a acomodar estas variações mas é inevitável que, no médio prazo, o impacto acabe por chegar ao bolso dos consumidores. Os produtos no supermercado ficarão mais caros e a roupa também pesará mais na carteira. Alguns exemplos de como a paragem abrupta na economia e a mudança repentina de hábitos e de políticas acabam sempre por embater na realidade de quem trabalha.

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