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F. Falcão-Machado

Diplomacia

Candidatos à presidência pouco falam das relações externas.

F. Falcão-Machado 15 de Janeiro de 2016 às 01:59
Pelas novidades que exibe, a campanha em curso para as nossas eleições presidenciais tem tido tanto de previsível como de surpreendente.

Há, porém, um tópico – as relações externas de Portugal – que parece não atrair muito a atenção dos candidatos. É certo que os concorrentes têm aludido, ainda que com pouco desenvolvimento, a temas como o da nossa pertença à União Europeia e à NATO, bem como o das estratégias relativas à da CPLP.

No entanto, apesar de a condução da política externa caber em primeira linha aos governos, conviria não esquecer que o Presidente da República dispõe de competências nesse domínio específico, tal como prevê a nossa Constituição. Por isso, no que respeita ao atual Governo, será oportuno lembrar as ideias e orientações que o novo ministro dos Negócios Estrangeiros apresentou publicamente aos embaixadores portugueses, durante a sua tradicional reunião no princípio de janeiro.

Nessa ordem de ideias, a importância da nossa atuação no seio da União Europeia e, designadamente, as metodologias a observar nas negociações que se avizinham foram expostas com muito detalhe pelo atual titular da pasta da diplomacia portuguesa. Como bem ouviu quem lá esteve.
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